Problemas namorando único

Deus foi muito bom quando te colocou no meu caminho, me dando um único motivo pra acreditar na vida, nos sonhos e na felicidade. Mas ele foi melhor ainda quando te colocou no mundo pra colorir a vida da tua família toda, e pra futuramente colorir a de todas as pessoas que viessem a te conhecer, e principalmente a minha. Sei como você se sente, porque eu era virgem no dia em que me casei, mas minha esposa não. Assim como a mulher que você mencionou, minha esposa se tornou uma nova criatura. Mas ainda era um desafio doloroso lidar com o seu passado. Primeiro, sentia um embrulho no estômago quando pensava nela sendo íntima com alguém que eu nunca Read more... Em cena, um homem, duas cadeiras, uma mesa e um samovar. Um par de xícaras. Ele fala. O homem é um agente secreto do governo do Battirkistão. Lhe é confiada uma missão ultrasecreta no país Zahirkistão. Ganhará novo nome, nova identidade, novo passado, novo rosto, novo passaporte. Mas não é possível arriscar a que… Quando uma mulher sonha que seu marido a abandona sem lhe dar qualquer explicação, sugere próximo sérios problemas entre o casal, mas eles vão reconciliar em breve. Quando uma mulher sonha que seu marido ciumento injustamente acusa de infidelidade, ele sugere que ela tem sido indiscreto e insinuando a outros homens. Quando uma mulher sonha com seu marido morto, simboliza que ela logo vai ... Outro sintoma que mostra que você está namorando um egocêntrico é que seu único filtro ao analisar as situações que são apresentadas é ele (ou ela) mesmo. Por exemplo, você pode ter tido um dia ruim e, talvez, quando o vir, só o que quer é ficar em casa para descansar ou conversar. A razão é que ela já está namorando esse cara, e as chances são de que eles estão se vendo por um tempo. As coisas são provavelmente obsoletas, as coisas estão ficando chatas e agora você é o pão fresco. Você é o único que se destaca, você é diferente desse cara. E ela instantaneamente vê a diferença e ela é atraída por você. Caso esteja namorando um manipulador deve saber que não é uma questão para brincadeira: é um tema delicado porque estas pessoas tendem a ser muito perigosas. Podem ter características de sociopatia ou psicopatia e na maioria dos casos, seu único amor está neles mesmos.

A maldição da demissexualidade

2020.09.09 22:17 BanselSavant A maldição da demissexualidade

Edit: a "namorada" me chutou. A gente ia se encontrar na segunda, adiou, na semana que vem, agora nunca. Depois n querem meu psicológico fodido. Me dispensou pois pretende se mudar pro nordeste e facilitei isso com umas informações que n tinha. Sucesso pra ela, enquanto eu continuo na merda. Nada muda E a outra lá eu chutei. Sanguessuga malvada
Acho que é óbvio o paradoxo, mas quero discutir. Sim, por causa da pornografia, um monte de fetiches e invejas me surgiram, como pegar em festa, ou em público, ou em situações específicas, etc, mas n sei se conseguiria fazer de fato. Sou um fracasso na vida, logo na sexual também. Todo sexo q tive foi pagando e o que foi "na amizade" mesmo pagando foi o único q gostei, justamente pela amizade, pela conexão, pelo gostar da mina. Posso ficar duraço com uma mina que vejo na rua, mas obviamente n poderia chegar ou tentar algo. Essas histórinhas de rolar com desconhecidos deve ser meme ou com sortudo, como uma que a ex (diaba muito diaba) me contou. Conversaram um pouco na piscina do hotel e foram e fizeram no banheiro. Queria muito saber como ele convenceu ela a isso, como ela n se arrepende e tal (n q deva ter motivo de arrependimento. Quero q ela se exploda), como rola essa conexão. Parece q existe palavra mágica. Invejo esses caras q conseguem boquete aleatório de desconhecida, etc. Roteiro de pornô, mas da uma depre pq existe na realidade e queria q rolasse comigo. Diversas vezes fiquei atraído e seria tão massa se rolasse, sem machismo, sem estupro, sem forçação, sem mimimi, só tesão, dois corpos se pegando. Obviamente acho q n sou atraente. Sou estranho, alto, magrelo, desvio os olhos, etc. (Tou melhorando, mas longe de ser um garanhão) Mas convenhamos q muitos feios pegam, que muitas minas só querem o pau e tão nem aí se o cara é casado, santo ou bate na mãe. Muitas tem seu tesão e queria topar com uma que só rolasse e tal. Seria tão massa. Maaaaas eu conseguiria? O pau continuaria duro? Conseguiríamos um posição confortável? São tantas dúvidas e pensamentos q quase piro. Por outro lado, quero a minha gata, passear pelo corpo dela, endeusá-la, ajudá-la a sentir todo prazer possível. Eu sou romântico. Mas parece que romantismo afasta as mulheres. Qual o problema de meter até o talo sim, num banheiro sujo qualquer, mas com carinho? N gosto mesmo da ideia de objetificar, por mais q tenha meus fetiches de dominação. Dominação é objetificar? O que difere uma mina que gosta de ser chamada de puta do cara que chama ela de puta? Ela é um lixo? Ele é um lixo machista? Acho que notaram q tenho dúvidas sobre pessoas em geral. Gostaria de entender, como lidar com as pessoas, como reconhecer que uma mina tá a fim... É meme aquela história (isso é exemplo) do caminhoneiro que mostrou o pau pra filha do dono do posto de gasolina, incentivou ela a entrar na cabine do caminhão, tocar nele, chupar ele, ele depois mandar ela se limpar e n dizer nada a ninguém e ainda ela ainda ter gostado de tudo isso? N que eu queira mostrar o pau por ai, mas já vi tanta história de cara exibicionista que despertou tesão na mina e comeu ela. Ou é tudo meme? Ou acontece mesmo, principalmente nesses interiores de fazenda, região rural e menos urbana ("menos civilizada")? Pessoal, são dúvidas sinceras. Meio que tou namorando agora e tou sem saber lidar com ela. N gooooosto dela, mas n quero perder ela. Eu sei que pareço um canalha que vai usar ela e depois abandonar, mas realmente n quero isso. Se for para deixar ela, ela vai continuar virgem, pq n vou me aproveitar. Já cometi uns erros na vida e minha disciplina está intacta, meu senso de moral engrossou. N é divertido machucar coração. N é divertido fazer mal a alguém. Mas já vi tanta história de casais q de comum acordo desvirginaram, mas n ficaram naquela de ficarem juntos para sempre. Já vi tanta história de nego q comeu e abandonou e a mina continua a vida como se nada tivesse acontecido, n sente raiva dele e tal. Deliberadamente eu casaria sem hesitar com umas meninas específicas, mas n essa "namorada". Moramos perto, mas ainda n nos vimos pessoalmente. Quando acontecer, vou poder estourar ela de beijos (devo, por palavra dela), mas nem pensar muito em algo sexual. Okay dela n daaar no primeiro encontro. Compreensível, mas em algum momento vai rolar. Acho q sinto um medo de ficar preso a ela. Sou muito sentimental e sabem a ex diaba q citei? Diaba pq ela casou e ainda me contata. E ela é de outro estado e nunca nos vimos pessoalmente. Ela me persegue, acho q esperando q eu mande ela tomar no cu e bloqueie. Mas n sou de fazer isso. Tenho raiva dela, mas se eu externar, meu coração q vai sentir e n vou ter um piripaque por causa dela. Mas é notável q ainda sou um pouco preso a ela. N no sentido amoroso ou sexual (quero que ela se exploda²), mas n consigo levantar o dedo para dar fim de vez a esse contato. Sinto q eu perderia algo. Sabem a história dela com o cara na piscina? Consegui arrancar dela indagando sobre tesão feminino, oq no homem atrai a mulher e tal, pois já que ela é mulher experiente e eu preciso de respostas, resolvi tentar aprender um pouco, tirar algum proveito dela, depois dela brincar tanto comigo. Gente, o que eu faço? Tou certo em algo? Tou errado em algo? Em q? Oq faço? N quero machucar ninguém e com essa postura acabei bem machucado pelos anos ae (antes e depois de eu ter cometido os uns erros que citei)
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2020.08.11 15:53 raposi42 SOU A BABACA POR BEIJAR ACIDENTALMENTE A NAMORADA DO MEU MELHOR AMIGO E FICAR COM RAIVA DELE?

Olá Luvas Foinochute, gatitas, editores, seres animados e desanimados do estudio do Luvas e turma que está a ler. Essa é uma história que faz tempo que quero compartilhar na turma feira, mas se não chegar no Luvas espero que ao menos alguém faça um haha ou solte arzinho pelo nariz lendo.
Então vamos lá Em 2016, conheci um amigo online através de um grupo de RPG, mas eu morava do outro lado do RS, então ficamos conversando só por mensagem por um bom tempo. O chamaremos de Calrs. Eu acompanhei os namoros e terminos dele e ele acompanhou os meus, e assim, ficamos muito amigos chorando no ombro um do outro e jogando juntos. Em 2018 eu fui morar na mesma cidade que ele (onde ja tinha morado antes) e finalmente nos conhecemos pessoalmente. Nessa época ele ja estava namorando uma menina há algum tempo e estavam muito bem juntos, e eu tinha avompanhado a distância o começo desse namoro. Foi muito fofo, de verdade. Vamos chamar ela de Carlsa. Eventualmente, ele me apresentou a um grupo de amigos dele, onde conheci meu namorado. Tudo era flores e felicidade ate que as coisas começaram a ir mal com o meu namorado e nos terminamos, mas naquelas de continuar amigos. Nessa época era final do ano e era pra ter a última sessão de RPG do ano, onde era muito óbvio que o meu ex estaria, mas eu decidi ir mesmo assim. Nessa época tambem, eu e a Carlsa tinhamos nos tornamos amigas e estavamos jogando juntas naquela mesa. Em um dado específico momento, estavamos ambas de pé, lado a lado, de ombros encostados, olhando algo na mesa, e nos viramos para nos olhar ao mesmo tempo. ACIDENTALMENTE (muito importante registrar) eu dei um SELINHO nela. Um selinho. Sabe selinho que as pessoas dão ate pra se cumprimentar? Esse selinho. Talvez valha ressaltar aqui que sou bissexual (mulher) e que eu realmente gostava muito da menina, mas eu nunca tentaria nada com ela, ate pq já via ela como uma irmã. Claro que a gente quase morreu de vergonha e fugiu cada uma pra um canto. Até ai acho que tava tudo bem. O problema foi no dia seguinte. Naquela noite, eu estava um tanto incomodada com a presença do meu ex, e quando eu fui embora, ele disse que me levava. Eu disse que não precisava, mas como ele insistiu, eu aceitei. Não ia precisar pagar uber ne. Ele me levou e é óbvio que eu não me estressei, pq eu sou uma pessoa muito calma. O pior foi dormir e acordar com uma penca de mensagem do Calrs por que eu tinha "beijado" a namorada dele e que ele não podia mais confiar em mim. Primeiro eu pedi desculpas e tentei explicar que foi um acidente, mas ele disse que não ia mais poder confiar em mim. Depois ele me falou que a Calrsa teve uma crise de ansiedade por causa daquilo e que a culpa era minha. Aparentemente, ela contou e alguem que viu a cena tambem falou e fez parecer que eu tinha feito tudo de propósito so por que ele não estava olhando. Assim eu perdi contato com aquele grupo por um bom tempo. Com o tempo eu fiquei com raiva dele por ter jogado nossa amizade no lixo daquele jeito por causa de um acidente ridículo desses, e depois eu so fiquei triste por ter perdido um grupo inteiro de amigos de uma só vez. Hoje em dia eles ainda namoram e ambos estão muito bem, e eu fico feliz por eles. Ate voltei a ter contato com esse grupo de RPG, meu ex acabou por se tornar meu amigo mesmo apesar de tudo que aconteceu, mas nunca mais foi a mesma coisa. Hoje me sinto extremamente deslocada com eles, como se não fosse bem vinda naquele grupo, mesmo sabendo que deve ser só paranoia minha, sinto que estão todos contra mim de alguma forma, mas ainda é meu único grupo de amigos nessa cidade.
Enfim, fui a babaca por ter beijado a namorada do meu amigo e guardado rancor pelo jeito que ele me tratou depois?
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2020.08.06 06:08 denesfernando Sou Babaca Por Querer Que O Namorado Da Minha Amiga Não Passe Mais A Quarentena Aqui E Volte Pra Casa Dele?

Olá Luba, editores, gatas e Turma. Essa história que vou compartilhar aqui é recente, ainda estou tratando em terapia, mas ela começa um pouquinho lá atrás.
Um ""pouco"" de background para situar a todos de onde tudo isso começou.
Em 2013 comecei namorar um cara que vou chamar de Karen, por ele ser muito, mas muito CUSÃO (inclusive, ele se parece muito com você Luba e por vocês serem tão idênticos, eu passei um bom tempo sem assistir o canal, pois não conseguia te ver sem lembrar dele). Mas, enfim, em 2015 ele e o grupo da faculdade dele decidiram morar todos juntos em uma casa perto da faculdade, pois estava exaustivo para todos trabalharem em pontos distintos da cidade (São Paulo, para se alguém quiser se situar).
Então, em janeiro de 2016, eles se mudaram e eu ia para lá aos fins de semana, até que acabei me mudando para a casa em Junho do mesmo ano, no dia do meu aniversário.
Pois bem, foi uma fase horrível da minha vida por causa do meu ex, terminamos em maio de 2017 e tive que sair da casa. Esse meu ex era um abusador, um aproveitador, a pior pessoa que eu poderia ter conhecido na minha vida. Os abusos psicológicos que ele cometeu comigo, afetaram totalmente minha confiança e em como eu viria a me relacionar com outros caras, fora as crises de ansiedade que eu arrasto até hoje.
Mas então, eu fiquei amigo dos amigos dele da faculdade e em especial da Karls que virou minha melhor amiga.
Em 2017 eles terminaram a faculdade e em 2018 o contrato da casa venceu e eles finalmente poderiam se mudar, áquela altura ninguém suportava mais olhar pra cara do Karen.
Então, foi nesse momento, que a Karls e o Akarls me chamaram para vir morar com eles numa nova casa. Sem o Karen. E hoje nós três vivemos como uma família feliz com os nossos pets.
2019
Eu conheci um cara, eu vou chamar ele de Lars.
Lars e eu começamos a trocar mensagens, se conhecer, nos aproximarmos. Até então, antes dele, todos os outros caras que eu acabei ficando, não davam certo, (tem muito gay problemático nessa cidade). Mas Lars foi diferente, conforme nos conhecíamos, ele ia transpondo todas as muralhas que eu usava como defesa, pois meu maior medo seria voltar para um relacionamento abusivo, tóxico e doentio.
Com o Lars eu fui bem devagar, realmente queria conhecer ele, pra ver se o que eu estava sentindo era o certo e se ele não iria me fazer mal.
Nesse tempo conhecendo ele, eu desabafava com Karls todas as minhas inseguranças, pois ela tinha vivido todo o meu drama com o meu ex, ela sabia dos meus medos, receios, inseguranças em me relacionar com alguém e ela me dava todo o apoio, pra poder voltar a acreditar e saber que nem todo mundo é igual o Karen, que na verdade eu dei azar com o Karen, mas que não seria assim de novo.
Depois de tantos embates sobre minhas agruras eu acabei me desarmando e me permiti começar algo com o Lars.
Um mês e meio depois, finalmente decidi trazer ele em casa, para conhecer meus amigos e 😏.
Então, foi nesse fim de semana de novembro de 2019 que coisas aconteceram.
Depois de ficarmos, acabei aceitando os meus sentimentos por ele, pensei que depois de tanto tempo solteiro, passando por aventuras fracassadas com pessoas que não se encaixavam, onde a química só proporcionava uma reação inicial. Ali estava talvez o momento de poder compartilhar momentos com alguém.
Mas aquele início de sonho desmoronou muito rápido. No domingo quando ele estava pra sair para trabalhar, Lars me contou que iria para o Beto Carrero com um amigo. Fui pego de surpresa, pois ele não havia mencionado nada nas nossas conversas durante a semana.
Na época, Lars trabalhava como bartender numa cafeteria e reclamava de trabalhar muito, não ter finais de semana livres e só folgar nas segundas-feiras.
Como não tínhamos oficializado nada, nossa primeira vez foi na noite anterior e o fato de estar disposto a querer começar a construir uma relação tinha sido algo que eu havia arrazoado no meu coração, achei absurdo demais eu questionar porque ele não tinha me falado nada antes.
Tudo bem, ele iria no Beto Carrero com um amigo, logo após sair da cafeteria. Pegaria o ônibus na estação do Tietê no domingo a noite, passaria o dia no parque, já que a folga seria na segunda, e na segunda a noite ele voltaria e iria trabalhar na terça-feira de manhã. Eu, pelo menos, imaginei que seria assim.
Na segunda-feira, eu fui trabalhar normal, vi as fotos dele no Beto Carrero, os stories no Instagram aparentemente nada de estranho, mas a primeira coisa que me chamou a atenção foi o fato dele não ter postado um único story com o amigo, mas até aí, se eu encucasse com isso, seria uma atitude tóxica e eu não queria isso. Numa relação deve existir confiança.
Nós não nos falamos o dia inteiro, pois eu não iria ficar o importunando num passeio como aquele, que ele aproveitasse o máximo possível. Foi quando às 18:00 eu resolvi mandar uma mensagem para ele, já que eu estava saindo do trabalho.
A mensagem era mandando um "oi" e desejando que ele tivesse se divertido bastante e fizesse uma viagem tranquila de volta.
Foi quando ele me respondeu que não voltaria aquela noite, que ele iria para Balneário Camboriú com o amigo passear de barco. Eu fiquei completamente sem reação, foi um choque. Ele só reclamava de como o trabalho explorava ele, não era flexível e do nada, de uma viagem totalmente espontânea que aconteceu aleatoriamente pra aproveitar um dia de folga num bate e volta, surgiu uma folga no dia seguinte.
Eu não tive como não ser arrastado de volta para os tempos do Karen, onde eu fui trouxa por anos, onde ele matava aula pra transar na escada da faculdade, dizia que ficava até mais tarde no serviço pra não pegar trânsito, mas na verdade ia para dates furtivos de apps de pegação (inclusive tenho uma história ótima com relação a isso da época do Karen), enfim, meu cérebro e meu coração ligaram o sinal vermelho, as sirenes começaram a zunir no meu ouvido, a última coisa que eu queria era ser enganado como fui na minha última relação.
Voltando, Lars não falou mais nada depois disso, fui pra casa naquele dia. Na terça-feira de manhã, outro sinal de alerta, não tinha nenhuma mensagem no celular. Isso poderia ser irrelevante, se a gente não tivesse passado o último mês e meio, trocando várias mensagens e memes da hora que acordava até a hora de dormir. Me senti mal, a conversa tinha morrido da noite para o dia, fiquei angustiado, pois eu estava começando a gostar dele e aquilo mudou da noite para o dia.
Terça-feira se foi, ele em Balneário Camboriú, fotos e stories no Instagram se seguiram e nada desse amigo misterioso.
Finalmente, a noite ele estava voltando e mandou uma mensagem dizendo que estava exausto, mas estava voltando. Nesse momento, minha mente já tinha formulado mil e uma histórias, mas resolvi ser prudente, apesar da angustia que estava sentindo.
Foi difícil dormir aquela noite, na manhã seguinte, ele mandou uma mensagem dizendo que havia chegado, estava exausto, mas estava indo trabalhar.
Nossa conversa, já não era a mesma, algo tinha mudado, as palavras ou a ausência delas são um termômetro para o coração, escrever para outra pessoa é um ato de conexão e o nosso elo havia se rompido.
Foi quando resolvi confrontá-lo.
Segue abaixo a conversa no whatsapp:
[28/11 11:56] Denes: Desculpa, Lars.
[28/11 11:56] Denes: Eu não sei de fato o que aconteceu
[28/11 11:56] Lars: Pelo o que ?
[28/11 11:56] Denes: mas desde terça que eu sinto que nossa conversa morreu
[28/11 11:56] Lars: :(
[28/11 11:56] Lars: Eu que peço desculpas
[28/11 11:57] Denes: se vc puder me dar uma luz
[28/11 11:57] Lars: Questão de conversa tbm não sei ... :(
[28/11 11:58] Lars: Não quero ser cuzao contigo
[28/11 11:58] Denes: me diz o que tá acontecendo
[28/11 11:59] Lars: Gosto olhando no olho
[28/11 11:59] Lars: Gosto de vc
[28/11 11:59] Denes: talvez não haja olho no olho se eu não entender o que está acontecendo
[28/11 12:00] Denes: eu tb descobri que estou gostando de vc
[28/11 12:00] Denes: descobri de uma maneira bem ruim
[28/11 12:00] Denes: só quero que vc me diga
[28/11 12:00] Denes: sem medo
[28/11 12:02] Lars: Eu recebi uma ligação de alguém antes de viajar que me deixou balanceado
[28/11 12:02] Denes: prossiga
[28/11 12:02] Lars: Não gosto da ideia por aqui
[28/11 12:03] Lars: Mas tá bom ...
[28/11 12:03] Denes: por favor, agora que começou, não pare
[28/11 12:03] Lars: Pouco antes de conhecer vc eu tinha acabado um relacionamento ...
[28/11 12:03] Denes: hum
[28/11 12:04] Lars: E tipo ainda algo que me deixa balançado e tal ...
[28/11 12:05] Denes: entendi
[28/11 12:05] Denes: ah...
[28/11 12:05] Lars: E tipo não quero mentir pra vc
[28/11 12:05] Lars: Nem ser um cuzao contigo me entende
[28/11 12:05] Lars: Quero ser sincero sempre
[28/11 12:05] Lars: Não só com vc mas comigo mesmo
[28/11 12:06] Denes: então, o livro de Harry Potter que está com vc, foi um presente de um amigo meu que faleceu esse ano, será que posso pegar com vc na catraca amanhã da Santos Imigrantes
[28/11 12:06] Lars: Sim ... Claro ... Mas queria conversar mais com vc pessoalmente
[28/11 12:06] Lars: Se não se importar
[28/11 12:07] Lars: Tenho um presente pra vc
[28/11 12:07] Denes: eu vou me importar
[28/11 12:07] Denes: por favor, sem presentes
[28/11 12:07] Lars: Tudo bem :(
[28/11 12:09] Denes: amanhã as 8:30 te encontro na Catraca
[28/11 12:09] Lars: :( eu lhe entendo sabe ... Mas confesso que gosto de vc e queria que vc permanecesse na minha vida independente de qualquer coisa
[28/11 12:09] Denes: não será possível
[28/11 12:09] Lars: Tudo bem eu entendo vc ... :(
[28/11 12:09] Lars: Me desculpa
[28/11 12:10] Denes: te encontro amanhã na catraca sem falta
[28/11 12:21] Lars: Hj vc sai que horas do trabalho?
[28/11 12:24] Denes: Desculpa, Lars. Mas eu só pretendo te encontrar para pegar o meu livro. Não, temos nada para conversar. Você não me deve satisfações, justificativas ou esclarecimentos. Apenas o meu respeito. Mas, mesmo assim. Esse ponto final precisa ser colocado.
[28/11 12:25] Lars: Tudo bem eu entendo e respeito vc ... Falei de hj pq posso te entregar hj o livro
[28/11 12:25] Lars: Ele está comigo aqui no trabalho
[28/11 12:26] Denes: Eu saio às 18:00
[28/11 12:26] Lars: Posso te entregar hj o mesmo horário ... Na estação melhor pra vc
[28/11 12:27] Denes: Que horas na Santos Imigrantes vc vai passar por lá?
[28/11 12:27] Lars: Umas 19h a 19:30
[28/11 12:28] Lars: Mas espero a sua hora
[28/11 12:28] Denes: Okay, as 19:00 estarei lá
[28/11 12:28] Denes: Se chegar antes estarei sentado em algum dos bancos da plataforma
[28/11 12:29] Lars: Tá bom
[28/11 12:29] Lars: Sei o que vc vai falar ... Mas desculpas :(
Quando ele falou dessa ligação do ex e ficou balançado, eu senti uma enxurrada de sentimentos negativos, o tsunami de chorume que eram as mentiras do Karen voltando a tona. Todas as desculpas esfarrapadas, parecia que eu estava vivendo tudo outra vez.
Eu estava cego, na gana de não querer cometer os mesmos erros do passado, acabei sendo seco, duro e intolerante, condenando um pelos erros de outro.
Eu já tinha sentenciado dentro de mim que aquela viagem foi algo que ele tinha programado com o ex e que tinha ido com ele e que eles tinham se acertado e que ele queria me manter como step se nada desse certo. Enfim…
Nesse mesmo dia, fui buscar o meu livro (um fato curioso, esse livro que foi presente de um amigo que veio a falecer em 2019, foi um presente pra me lembrar o quanto eu sou uma pessoa corajosa, era a edição de 20 anos da Pedra Filosofal nas cores da Grifinória e dentro ele escreveu a famosa frase da Luna "As coisas que perdemos sempre acabam voltando para nós. Mas nem sempre na forma em que pensamos." https://imgur.com/a/ebJFd2U
Ironicamente, quando paro pra olhar isso em particular, penso na grande ironia de tudo.
Eu cheguei antes na estação, fiquei esperando, sentado num banco na plataforma, vendo vários trens passando, várias pessoas descendo na estação vindo depois de mais um dia de trabalho. A minha ansiedade estava a mil, eu queria chorar, estava angustiado com tudo aquilo, pior, sem entender como "tinha cometido" o mesmo erro outra vez.
Ele chegou uns 15 minutos depois, estava com o livro na mão, eu peguei o livro e então ele me estendeu os braços pedindo um abraço, fiz com ele o que eu devia ter feito com o Karen, olhei para ele com a minha pior cara de desgosto e nojo e falei "Adeus", virei as costas e deixei ele lá.
Hoje, não me orgulho do que eu fiz, sinto vergonha quando penso, mas para que vocês entendam aquele gesto, mesmo ele não sabendo, era algo traumatizante, no término com o Karen, quando coloquei minhas malas e meus livros no táxi, ele chegou até mim e na maior cara de pau, na sua maior interpretação pra burguês ver, ele me pediu um abraço e o trouxa aqui cedeu esse abraço, então ele sussurrou no meu ouvido "Sou eternamente grato por tudo o que a gente viveu e você vai sempre poder contar comigo para o que você precisar" e quando eu precisei o que eu ouvi? "Não tenho obrigação nenhuma de te ajudar."
Quando eu saí da estação, bloqueei o Lars em todas as redes sociais, Facebook, Instagram, Whatsapp e até o número dele pra ele não me mandar SMS ou ligar. Não queria nunca mais ouvir falar dele pelo resto da minha vida.
Alguns dias se passaram e a Karls me contou que Lars havia mandado mensagem para ela no Instagram dizendo que estava preocupado comigo, queria falar comigo e eu irredutível falei que nunca mais queria saber nada a respeito dele.
Então ali eu tinha colocado uma pedra em cima desse assunto, vida que segue.
Dezembro de 2019
Karls é uma garota muito linda, mas em todos esses anos de amizade ela só se envolvia com os piores caras do Tinder, uma fase da vida dela que fazemos piada, mas que se você olhar atentamente, era bem triste.
Ela tinha o sonho de conhecer um cara bacana, compartilhar momentos, viver toda aquela fantasia de namoro, dormir abraçada, assistir anime, cantar músicas da Disney e cozinhar todos os pratos possíveis de todos os programas de culinária que existem no mundo.
Depois de anos, esse cara apareceu. Vamos chamá-lo de Darls.
Darls é um cara super carismático, que faz amizade por onde ele passa, falador, contador de piada, solicito, uma pessoa que todo mundo iria adorar ter como amigo.
JANEIRO 2020
Parecia que Darls sempre esteve nas nossas vidas, Akarls e eu o recebemos de braços abertos, pois víamos o quanto ele fazia Karls feliz.
Logo ele começou me pedir dicas e mais dicas de coisas que fariam a Karls feliz e nesses 5 anos de amizade eu era a pessoa que mais sabia de tudo o que a Karls gostava.
FEVEREIRO 2020
Eles oficializaram o namoro, (meio rápido, mas…), então ela entrou numa tour para conhecer todas os amigos dele, pois ele queria apresentar a namorada para as pessoas importantes na vida dele.
Darls mora a 35km de distância, num bairro distante, 2 horas de viagem no mínimo, mas ele sempre estava vindo passar mais tempo aqui.
MARÇO 2020
Pandemia chegou, isolamento social foi instaurado, pessoas em casa. Eu sou editor de vídeo, então estou trabalhando em casa desde que esse inferno começou. E quem acabou vindo para cá, também? Exatamente, Darls.
A companhia dele era agradável, e por vermos Karls feliz, nada objetamos, aceitamos naturalmente a estadia dele aqui. Mesmo que nunca tenhamos conversado isso entre nós, foi natural olharmos para a felicidade dela.
ABRIL 2020
Um mês de quarentena, eu sou uma pessoa ansiosa. Solteiro que passou da barreira dos 30, já havia sentenciado que não conheceria ninguém e morreria só, pois já estava sem esperança de conhecer alguém em um mundo sem um vírus mortal, imagina em um mundo onde estar perto 2 metros de alguém pode ser sua sentença de morte.
Eu comecei entrar numa crise terrível, comecei trabalhar demais, a fazer 12 horas de trabalho por dia e no meu tempo vago eu comecei a assistir todos os filmes e curtas gays já foram produzidos no mundo. E nisso, fiz a burrada de assistir um filme que superestimei por anos.
Brokeback Mountain.
'O que eu fiz da minha vida?'
Eu fiquei tão mal, mas tão mal, que naquela noite eu fui dormir chorando e os dias que se seguiram eu tive tanto remorso pelo final daquele filme, que certo dia eu comecei chorar na frente da Karls e do Darls enquanto a gente almoçava.
No final de abril, meu tio implorou que eu fosse na casa dele, pois estava tendo um problema entre minha mãe e minha irmã e ele estava preocupado da minha mãe acabar se metendo em um avião e vindo pra São Paulo no meio de uma pandemia. Fui, como se eu já não estivesse colapsando, ainda tinha que resolver o problema de outras pessoas.
Naquela semana, eu assisti um vídeo, tenho 80% de certeza que foi no LubaTV os outros 20% acho que foi no canal do Henry Bugalho, que falava sobre perdão, algo do tipo "se não perdoamos, do que adianta pedirmos desculpas" e eu já estava muito reflexivo.
De noite, eu estava no apartamento do meu tio, quando recebi uma notificação de que alguém tinha me seguido no Twitter.
Abri a notificação e vi que era o Lars me seguindo quase 6 meses depois. Ele não tinha twitter e tinha criado uma conta por causa da quarentena.
Minha primeira reação foi bloquear ele, mas aí bateu aquele turbilhão de coisas acumuladas nessa quarentena. O final de Brokeback Mountain, a fala sobre perdão e um detalhe sobre o Lars que pesou muito, ele tem diabetes, acho que é um tipo raro, ele desenvolveu super novo, ele toma dois tipos de insulina, ele é grupo do risco.
Sentei no sofá e me perguntei, 'o que ele queria depois de todos esses meses? Ele não entendeu o meu "Adeus"?'
Pois, bem. Fui até o Instagram, desbloqueei ele e mandei a seguinte mensagem:
"O que você quer?"
Ele levou uma meia hora pra me responder, o 'digitando…' parecia eterno.
Resumindo, ele falou que se importava muito comigo, que eu marquei a vida dele, que nunca quis se distanciar de mim, que jamais foi a intenção me magoar com o que quer que tenha acontecido e que nunca dei a oportunidade dele se explicar.
E eu respondi, que não importava o que ele tivesse para me dizer, não ia mudar a opinião que eu tinha sobre ele.
Ledo engano, meus caros.
Fui dormir às 4 da manhã, tirei tudo de dentro de mim, tudo o que eu inventei na minha cabeça. Porque no meu relacionamento anterior eu ouvi tantas mentiras, que acabei jurando que qualquer um iria mentir para mim, era o único referencial que eu tinha.
Só para que vocês saibam, era realmente um amigo, as fotos que ele tirou junto com o amigo no Beto Carrero, foram todas no celular do amigo a folga da Terça-feira, o chefe dele estava devendo uma folga para ele e como ele não iria poder tirar essa folga a mais do que as que estavam previstas para Dezembro, o chefe deu a folga pra ele na terça para que ele aproveitasse mais um dia de viagem. E sim, o ex dele ligou, ele ficou balançado, pois eles tinham tido uma história recém terminada, mas ele me contou, primeiro porque eu insisti, mas também porque ele não queria mentir pra mim, já que eu tinha todo esse problema com mentiras, então ele queria ser honesto comigo desde o início e que nunca foi a intenção dele voltar com o ex, tanto que ele não voltou, ele queria estar comigo, e que mesmo tendo passado todo aquele tempo ele nunca tinha me esquecido e não tinha desistido de mim.
Eu falei para ele que não sabia como reagir a tudo aquilo, disse que não sabia se seria capaz de confiar nele. E que ele não tivesse esperança, mas que eu iria refletir sobre tudo aquilo.
Então eu voltei pra casa e compartilhei a história com Karls e Darls.
Karls ficou meio com o pé atrás, mas Darls me apontou os erros que eu cometi, me fez enxergar o quanto eu tinha exagerado pelo medo e desconfiança que eu tinha, que não tinha nada a ver com Lars e minha ficha caiu.
Agora, tudo o que me restava era o meu orgulho, eu precisava passar por cima disso.
Voltei a conversar com Lars, aos poucos, foi difícil no início, mas ele foi muito tolerante, eu expliquei que não estava sendo fácil voltar a conversar com ele, mas que compreendi que muito daquela situação era culpa minha.
Ele começou a me mandar mensagens de manhã e a noite, de bom dia e boa noite e esporadicamente algum meme. Foram duas semanas conversando quando houve a necessidade da gente se ver. Eu não sabia como iria reagir.
Sim, ele viria aqui em casa no meio de uma quarentena, mas antes que cresça os julgamentos, moramos próximo um do outro, ele viria a pé, sem pegar nenhuma condução e num horário de pouco fluxo.
MAIO 2020
Então comuniquei que ele viria aqui em casa para Karls, Akarls e Darls. Aparentemente, achei que todos tinham recebido a notícia de bom grado.
Ele veio, a primeira coisa que ele fez foi ir para o banheiro tomar banho, com Covid não se brinca. Depois, sentamos e conversamos, e mais uma vez, eu falei tudo de novo, dessa vez olhando no olho, colocando tudo a limpo, uma conversa franca, contei de todas as impressões que eu tive de tudo o que aconteceu, como a narrativa se construiu na minha cabeça e porque agi da maneira que agi.
Em contra partida, ele disse que estava tudo bem, disse que ficou muito chateado, mas os amigos dele conversaram com ele dizendo que tinha um motivo para eu agir como eu tinha agido. Ele me falou que nunca me esqueceu e queria ter uma oportunidade de conversar comigo e esclarecer as coisas, pois sabia que tudo tinha sido um grande mal entendido. Ele falou que mandou várias mensagens para a Karls, mas não obteve resposta. E quando ele me mandou o convite no Twitter, ele disse que seria a sua última tentativa de se aproximar de mim, se não desse certo, ele mesmo desistiria de tudo.
Ele passou três dias aqui em casa, eu não me abri tanto com ele com relação a isso, mas eu senti muito remorso por como as coisas aconteceram por minha causa.
Outra coisa, lembra na mensagem, quando ele falou que tinha um presente para me dar e eu falei que não queria? Ele trouxe o presente, ele guardou o presente todo esse tempo e disse que toda vez que via o presente, ele lembrava de tudo o que a gente viveu e a coisa que ele mais queria era me dar esse presente, que ironicamente ele comprou na viagem para o Beto Carrero.
Era um funko do Harry Potter, já que eu amo muito Harry Potter. (Não, não sou transfóbico, eu amo Harry Potter desde 2000). http://imgur.com/gallery/cah0Ry7
Ele voltou pra casa dele. Continuamos a nos falar, reatar laços, ter essa troca.
Compartilhei minhas impressões com Karls e Darls, eu estava relutante, desacreditado. As pessoas subestimam relacionamentos abusivos, mas a gente carrega coisas por anos, os estragos são terríveis, estava eu provavelmente estragando uma oportunidade de ser feliz por medo de ser feliz.
As coisas foram devagar, estávamos conversando de nossas rotinas na quarentena, ele o quanto sentia falta do trabalho e não aguentava mais assistir séries e eu o quanto estava trabalhando e engordando, já que editor de vídeo trabalha em casa, praticamos isolamento social antes disso "estar na moda" (✌️ salve editores do canal, eu juro que tô escrevendo essa história que já passa de 4 mil palavras, pensando se realmente o Luba lerá essa história na Turma-Feira, fico imaginando no trabalhão que vocês vão ter pra editar, se eu puder pedir, posta a Timeline pra eu ver como ficou no final, curto muito timelines [Sim, pra quem não entende, isso é meio creep]).
JUNHO 2020
Lars voltou, veio para estar comigo no meu aniversário, inclusive ele me presenteou com Find Me do André Aciman, ele disse que queria me dar a muito tempo, pois em novembro do ano passado eu estava lendo Call me by your name e eu estava namorando pra comprar o livro quando fosse lançado, mas não deu nem tempo dele poder comprar na época.
No meu aniversário, resolvi cozinhar para comemorar, fazer escondidinho de frango. Eu estava de folga e queria fazer algo especial para Karls, Darls, Akarls e Lars. Eu passei a tarde e começo da noite cozinhando e Lars me ajudando.
Então, aconteceu o estopim de todo o caos.
Karls e Darls desceram e viram que o escondidinho não estava pronta ainda, ela fechou a cara e disse "Nossa, ainda não está pronto?". Depois eles fizeram um sanduíche e comeram e subiram, bastou aquilo pra me entristecer, até entendo que ela poderia estar com fome, mas ela bater porta de armário e a porta da geladeira acabou todo o meu ânimo, me senti super mal.
Comi aquele escondidinho triste, o clima na mesa estava tenso e na boa o que era pra ser uma comemoração no que eu acreditava ser entre família, foi a porcaria de um jantar de aniversário que eu perdi tempo fazendo.
Lars voltou pra casa dele, continuamos nos falando e estreitando os laços, aproveitando a companhia um do outro, e finalmente no meio de toda essa situação de merda que estamos vivendo no planeta, senti uma esperança de que talvez tudo daria certo, pelo menos uma vez.
Mais uma vez, ele veio passar o fim de semana aqui em casa, e foi divertido, assistimos filme, contamos piadas e o melhor, eu estava podendo dormir abraçado com ele, por a cabeça no travesseiro e não me sentir só.
JULHO 2020
O mês do caos, eu odeio Julho, por tantos motivos, sério. Eu tenho inúmeras histórias de desgraças nesse mês que PQP (Gif da Xuxa).
Lars me mandou mensagem dizendo que ele teve uma briga terrível com o sobrinho dele, na briga eles só faltaram sair na porrada, ele falou que estava mal por estar na casa da irmã dele e por toda essa indisposição com o sobrinho que tem 18 anos e é um completo folgado. Ele disse que iria procurar um lugar pra ficar, mas até lá, ele perguntou se poderia ficar aqui até encontrar esse lugar.
E como eu já fui colocado pra fora de casa pelo meu tio e me vi sozinho, eu sei o quanto é importante ter alguém pra estender uma mão amiga nessa hora.
Eu respondi que sim, mas que ia comunicar o Karls e o Akarls. Expliquei a situação Lars e eles falaram que tudo bem.
A Karls começou a fazer um freela permanente em um grande estúdio aqui de SP, então ela já não estava ficando em casa e quando estava, ficava a maior parte do tempo com o Darls, que ficou aqui em casa, mesmo ela trabalhando regularmente, já que as coisas estão flexibilizadas por aqui.
A princípio, Lars ficaria aqui até dia 10, ele tinha acertado de ir morar com um pessoal que ele achou num grupo do Facebook, mas o lugar onde esse pessoal ia morar não deu certo, pelo o que ele me contou, foi lance com a Porto Seguro, ele ficou decepcionado, porque os meninos eram legais. Então, ele voltou para a busca de encontrar um lugar pra ficar, eu inocente disse que ele poderia ficar o tempo que precisasse.
Interiormente, eu queria me redimir por toda a injustiça que foi o nosso início, queria fazer certo dessa vez, pois ele estava sendo bom pra mim e eu nunca tinha tido isso, esse convívio.
Enquanto ele estava aqui, comecei a ter companhia para o almoço, passei a comer direito, já que ele é obrigado a comer certo por causa da diabetes, eu estava até me alimentando nos horários certos. As noites assistíamos séries abraçados, até a hora de dormir. Parecia um oasis no meio de todo esse inferno que estamos vivendo, por um único instante eu esqueci de tudo de ruim.
Nesse período, ele estava procurando vários quartos, mas só encontrava cativeiros sendo alugados por mercenários.
Conforme o mês ia passando, Karls estava bem estressada com tudo e quando estava todo mundo na cozinha, ela parecia evitar querer falar com ele. No início, eu pensei que fosse TPM ou alguma coisa em particular dela com Darls.
Mas eu tive certeza que era alguma coisa com o Lars, no dia que estávamos jantando e ela veio informar que o botijão de gás tinha acabado e ela tinha comprado um novo, mas ela insinuou que estávamos cozinhando demais. Eu fiquei, sem reação, pois não esperava por aquilo, como eu falei, ela e o Darls estavam fazendo todas as receitas que existiam na internet, como que o Lars 10 dia aqui era a causa do botijão ter acabado?
Então aquilo começou a ficar espinhoso e o meu erro foi não ter confrontado. Eu comecei a me sentir acuado com o Lars e não sabia o que fazer, ele já estava numa puta situação frágil por ter saído da casa da irmã por indisposição com o sobrinho e a coisa que eu mais queria era que ele se sentisse confortável na minha própria casa.
No meio de tudo isso, ele voltou a trabalhar e eu passei a acordar cedo junto com ele, pra tomar café e abrir o portão pra ele poder sair, num desses dias, eu levantei e fui no banheiro e enquanto eu usava, a Karls bateu na porta perguntando quem é que estava lá dentro de uma maneira meio ríspida, no caso era eu, mas o Lars viu a situação toda, ele não me falou, mas eu reparei que ele parou de tomar banho de manhã antes do trabalho. Dizia ele que o banho da noite era suficiente.
Depois, ele parou de tomar café da manhã, disse que tomaria café na cafeteria que ele trabalha.
A próxima coisa que aconteceu foi um dia que eu estava na cozinha e fui informado que Karls e Akarls decidiram que não iríamos mais fazer as compras de mercado juntos. E que só manteríamos os produtos de limpeza e higiene e que o resto era cada um por si.
Confesso, que na hora não compreendi o que estava acontecendo, eu estava muito desligado, na verdade não acreditava que os meus amigos estavam me excluindo por causa do Lars, eu estava sendo ingênuo, pois não imaginaria que aquilo estava acontecendo.
No meio desse caos todo, Lars, virou pra mim e disse que a irmã dele pediu que ele fosse na casa dela. Então ele iria direto do trabalho e dormiria lá no sábado para o domingo, já que estaria de folga e voltaria pra cá no domingo a noite.
Só que ele não voltou, ele disse que a irmã dele pediu para que ele dormisse lá mais uma noite. Pensei, okay, ele vem então amanhã direto do trabalho pra cá, mas aí ele não veio na segunda, foi quando o peso de tudo bateu.
A essa altura eu já estava angustiado com tudo aquilo e direcionei minha frustração para o lado errado, em vez de confrontar quem estava causando toda essa situação insatistória, eu cobrei dele, porque ele não estava aqui. Perguntei, porque ele não queria estar mais aqui. Ele falou que queria. Então, eu perguntei porque o domingo, virou segunda e agora a segunda virou terça? Ele hesitou, aí eu perguntei se era por causa da Karls e ele disse que só não queria incomodar ninguém.
Eu fiquei mal, por ele se sentir mais incomodado na minha casa do que na casa da irmã dele com o sobrinho folgado que estava fazendo da vida dele um inferno.
Fiquei desapontado, ele veio na quarta, conversei com ele, disse que iria conversar com a Karls sobre toda essa situação. Mas já era tarde.
Era a última semana de Julho, e antes mesmo que eu pudesse conversar com a Karls, Akarls chegou dizendo que não dava mais para dividirmos a conta de água como estávamos fazendo, por 3, teríamos que dividir por 5, já que a conta ficou mais cara.
Na sexta-feira daquela semana, Lars encontrou um quarto numa casa que ele meio que alugou as pressas e ele se mudaria na primeira segunda de agosto. Quando eu pude confrontar Karls, no sábado, sobre tudo aquilo, já era tarde. Falei que fiquei chateado deles quererem repartir a conta da casa por 5 com o Lars pelo mês que ele passou aqui, mas isso nunca foi nem cogitado nos 5 meses do Darls aqui. Falei que fiquei decepcionado por ela não ser capaz de enxergar a minha felicidade. Por não ser capaz de ver o quanto eu estava feliz, como eu enxerguei a felicidade dela com o Darls e o recebemos de bom grado dentro de casa por causa da felicidade dela. Disse que foi muito cômodo pra ela ter alguém pra poder dormir junto, assistir coisas juntos, ter os momentos a dois e quando eu pude ter o mesmo, ela não olhou para mim com os mesmos olhos.
Enfim, Lars se mudou, tomei esse tempo que poderia estar assistindo uma série com ele para escrever tudo isso. Angustiado e decepcionado. Darls não tem culpa de nada do que está acontecendo, mas agora acho completamente injusto ele estar aqui e o Lars não estar, não sei o que fazer, minha vontade é de falar, "acabou a quarentena para os dois, pode voltar para sua casa". Me sinto injustiçado e triste por alguém que eu amo tanto, não ter sido capaz de enxergar que eu estava feliz. É isso, estou esperando a próxima sessão da minha terapia e Karls e Darls estão lá no quarto dela e eu estou só.
E para finalizar, essa foi minha conversa agora a pouco com o Lars.
Lars https://imgur.com/gallery/PRrxEI6
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2020.07.30 04:00 AoiLucet Meu estranho ex namorado

Olá Luba, gatas, editores e turma/chat/galerinha do fundão
Minha história começa no meio de 2016 q foi quando eu conheci o Carls, um garoto otaku e estranho que estudava com um dos meus melhores amigos no turno da tarde. Eu conheci ele na hora da saída por meio desse meu melhor amigo, conversamos sobre animes e tals e logo nos tornamos amigos
No ano seguinte(2017), acabamos por estudar juntos e como ele era a pessoa mais amistosa comigo na sala, ficamos mais unidos ainda e ele começou a falar mais sobre coisas pessoais. A primeira coisa assim foi sobre sua namorada q tava ignorando ele, mas n era tão simples assim, o garoto insistia em ir na escola dela e esperar em baixo do sol as vezes quase tendo insolação só para tentar falar com ela, eu achei isso bem estranho mas relevei(umas semanas dps descobri q na vdd eles tinham termindado). Um tempo depois ele me disse que tinha múltiplas personalidades e eu boba como era, acreditei, e ele costumava interpretar cada personalidade como uma emoção e tals e já até chegou a falar q uma delas estava matando ele aos poucos o q me deixou bastante preocupada na época. Nessa mesma época ele falou q quando era mais novo tinha abusado e sido abusado por pessoas de idades próximas da dele. Mano, era td mt bizarro, mas sempre tratei ele normal e tals, sempre relevando esses assuntos (eu pensava q mts das coisas era mentira, mas sla)
Uns meses depois, quase no meio do ano, ele falou q o bagulho das múltiplas personalidades era mentira (Ah jura?), e q ele n tinha só falado para mim mas falou para várias pessoas, eu fiquei realmente mt bolada com ele e até deixei de falar com ele por uns dias, dps d um tempo ele pediu desculpa e falou q revelou a verdade para as outras pessoas também e disse que eu era a única que ainda falava com ele
Esse assunto passou e acabamos nos aproximando mais e namorando, ele foi meu primeiro namorado (e até agr o único) e eu não sabia direito meus sentimentos e tals, mas acabamos ficando junto, dps d um mês eu decidi terminar e tals, mas ele acabou insistindo para ficarmos mais um tempo para q o tempo q ficamos juntos n fosse irrelevante dps, então no final ficamos uns 2 meses e meio saindo e dps acabamos ficando numa amizade colorida até o final do ano. Durante esse tempo ele sempre falava d gostar d manipular conhecidos dele (mas q nunca faria cmg e tals) e as histórias de abuso. Basicamente minha resposta para td era "vai se tratar num psicólogo e tals" e ele sempre falava q os pais dele n ligavam e tals e isso sempre me deu mt pena. Teve uma época q eu basicamente tinha q falar td q ele tinha q fazer, parecia q ele tinha virado depende d mim o q me deixou bastante preocupada pq parecia q ele n ligava pro q poderia acontecer consigo mesmo
No recesso de final d ano, eu e ele paramos d nos falar com tanta frequência e eu comecei a pensar em td q aconteceu e td q ele falou e comecei a me sentir mal e tals, então decidi excluir ele d minha vida, mas para n ser mt cruel(mais dq eu já estava sendo) e tals, eu mandei uma mensagem explicando td, como eu me sentia e q eu preferiria q fosse assim, bloqueei ele em tds as redes sociais (pouco tempo dps ele apareceu em alguma conta me pedindo para eu desbloquear ele pq ele n gostava de ser bloqueado). No ano seguinte, eu ignorei ele quase q completamente o ano inteiro, só n foi o ano inteiro pq como eramos ex namorados e ele naquele ano estava agindo mt estranho, sempre tentavam perguntar para mim sobre ele(mas ele nem tentava falar cmg, o q tornou mais simples), apenas na recuperação do final do ano q ele tentou conversar cmg, mas eu continuei o ignorando
Pra vcs terem noção, nesse ano (2018) ele saía no MEIO da aula para tomar café na sala dos professores, ou andar pelo pátio, além de ter bombado em todas as matérias precisando de +10 pontos. Por conta dessas ações dele, varias vezes professores, colegas e até a diretora vieram me perguntar se ele tinha um problema psicológico ou se tinha algo errado
Eu sei q é egoísta e tals, mas esse ano, foi complicado para mim tmb, as poucas pessoas q falavam cmg sairam e meus amigos da outra turma gostavam mt do carls e passavam mt mais tempo com ele e se ele aparecesse, eu teria q ignorar ele e sair do local, pq eu sentia q se eu tentasse falar qlqr coisa, eu ia esquecer td e voltaríamos como éramos antes
Em 2019 eu mudei d colégio e só vi ele algumas poucas vezes q foi quando eu tive q ir até a minha antiga escola
Ele chegou a conhecer alguns amigos meus e tals(quando estávamos juntos), mas sempre q me perguntavam (na escola ou n), eu preferia n dizer sobre o motivo q eu ter excluído ele da vida. Pelo menos até hj, já q eu tô postando a história (q eu sei q tá mt bugada) aq no reddit
(Ah, em 2016 eu tinha 12 anos e ele 15, ambos estávamos no 8° ano)
Eu sei q fui babaca por ter ignorado as coisas q ele falou e dps ter parado d falar com ele, masenfim tô preparada para se cancelada
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2020.07.27 09:30 mateusdotmp3 Um nerd otário? I, me, mine.

Eu já desabafei aqui uma vez há alguns dias, ainda estou aprendendo a usar o Reddit - que já amo.
Então, eu sou um cara melancólico - temperamento - de 20 anos que sofre de depressão - o que infelizmente é muito comum. Eu estava namorando até o final de Janeiro, quando a boyzinha resolveu terminar alegando que não estava satisfeita com a vida dela e que não queria me magoar, triste.
Acontece que eu sempre tive dificuldades em me relacionar com as pessoas, principalmente as garotas. Na escola eu era aquele "nerd preguiçoso", sabe aquele cara que tem um grande potencial mas não consegue dar o seu melhor? Então, esse cara sou eu.
Eu me lembro que beijei pela primeira vez aos 16 anos - beijo mesmo, não selinho - e, mesmo já tendo namorado uma garota ainda sou virgem - não que isso seja realmente um problema, eu sou católico e não me importo muito com isso.
Acontece que sempre tive um "azar" com relacionamentos, meu único namoro durou 2 meses e 2 dias e não consigo deixar de imaginar que fiz algo para que isso acontece, mesmo que ela me diga que não fiz nada.
Eu superei a boyzinha há algum tempo e acho que estou começando a gostar de outra - o que é uma problema, pois ela tem 16 anos e eu não se me sentiria à vontade em me envolver com ela. Ela é uma garota divertida, gostamos de algumas coisas em comum e eu costumo dizer que ela parece a Ramona Flowers - porque ela realmente parece kkjk.
Enfim, talvez eu só esteja carente.
Eu quero saber o que vocês acham disso.
Espero que ela não use o Reddit, amém.
Za Warudo
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2020.07.27 04:02 Enigma_Machine1 Odeio gatos

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que, por mais que eu odeie/não me sinta confortável perto de gatos, eu jamais prejudicaria eles fisicamente, mesmo tendo muito vontade (erroneamente, claro - talvez vocês "entendam com o meu relato). Não é disso que o desabafo se trata.
Esse é um relato meio longo.
Eu nunca convivi com gatos. Sempre cresci com cachorros em casa, tive um que me acompanhou desde a época da escola até terminar a faculdade. Amei muito ele, hoje tenho outro, um resgatado, que amo muito. Sempre amei cães, passei mais anos da minha vida com cães do que sem.
Por ter rinite alérgia, eu nunca cogitei ter um gato. E, antes de conviver com eles, eu não sabia dessa minha apatia gigante por eles. Esteticamente, até acho alguns fofos etc, mas também nada demais, longe dessa "loucura" que algumas pessoas sentem por eles.
Passei a ter um convívio maior com gatos através de uma das minhas primeiras namoradas. Ela tinha 3 gatos. Eu era bem novo, ela morava em uma kitnet, então 3 gatos já era bastante coisa. No geral eles até que eram comportados, mas lembro que acabaram estragando algumas coisas minhas (mochilas principalmente) e isso me irritava muito. Sem contar a rinite, que me deixava ainda mais irritado, mas na época eu pensava que era por estar um cômodo de uns 25m2 no máximo, sem ventilação adequada.
Eu namorei pouco menos de 3 anos com ela e foi durante esse período que a minha irritação com gatos aumentou. Uma das gatas SEMPRE dava o jeito de fugir do apartamento dela pro corredor e pro jardim que tinha no prédio. Minha ex me ligava e eu tinha que ir correndo ajudar ela a pegar a gata que, eu não entendo, morria de medo quando saía da casa (pra quê sair então, né, porra?), então era foda pegar ela, se enfiava em cada canto filha da puta de alcançar.
Os outros gatos eram um pouco mais de boa, mas a quantidade de pelos que deixavam pelo apartamento dela era um absurdo. Nem passando aspirador 2x por dia parecia que fazia alguma diferença. Minha ex não ligava, mas me incomodava ver eles estragando todos os móveis que ela tinha. Era o box da cama todo arrebentado (mesmo eles tendo arranhador), não podia ter uma única peça de decoração sobre uma mesa ou estante pois sempre derrubavam e quebravam, tinha que deixar a tampa da privada sempre abaixada pois eles davam um jeito de subir nela e não conseguir sair (burros). Até na cozinha, eu queria preparar algo pra comer e tinha pelo em tudo, mesmo se a gente limpasse.
Eu não diria que minha ex dava liberdade total para os gatos, na verdade ela sempre foi pé no chão com isso, várias vezes se irritava com a encheção de saco deles também (pra dormir principalmente - como era uma kitnet, não dava pra deixar em um cômodo separado, então era 3 da manhã e vinham encher o saco pedindo ração sendo que a porra do pote tava 90% cheio).
Enfim, terminei com ela mas o ranço pelos gatos ficou. Depois disso só tive namoradas que tinha cachorros ou então nenhum pet. Avancemos alguns anos para os dias de hoje.
Estou namorando há quase dois anos, já tenho planos de morar junto com a minha namorada, nos amamos muito e nos damos super bem. Além da parte romântica, temos um companheirismo e uma amizade muito boa, sempre apoiamos um o outro. Claro que já tivemos brigas, eu tenho os meus problemas e ela os dela, mas nada que não conseguimos superar na base da conversa. O único problema é que ela tem 6 gatos.
Recentemente, passei uns 20 dias quarentenado no apartamento dela. Está longe de ser uma kitnet, mas pra 6 gatos eu considero um lugar pequeno.
Eu tive, é claro, todos os problemas com minha rinite, mesmo tomando remédios de 8 em 8 horas pra aliviar. Se os três gatos dessa minha ex davam trabalho, o dobro deles é muito, muito pior pra mim.
Gente, nesses 20 dias eu vi cada coisa que me irritou pra além do limite. Obviamente que não demonstrei isso, mesmo ela tendo plena noção que pra mim bicho é bicho, humano é humano (eu não mimo meus bichos, trato meu cachorro super bem, mas longe de mimar com coisas que acho frescura, tipo dar banho dia sim dia não, fazer comer só T bone australiano ao molho de ervas finas, essas merdas - ele come ração, petiscos e de vez em quando frutas, só). Eu estava na casa dela, regras dela. Só que por amar tanto gatos, e mimar eles, na minha opinião, ela dá carta branca pra eles fazerem o que quiserem, sem consequência nenhuma (nunca dá bronca, não impõe limites).
Somente durante esse período: um dos gatos resolveu afiar as unhas no meu tênis novo (só não estragou pois percebi logo nos primeiros dias e depois escondi - mas encheram eles de pelos em algumas horas, eu não sei como); um outro escolheu a mochila velha da minha namorada pra vomitar bem em cima, cheia de coisa dentro. E não foi pouco. Outro gato afiou as unhas na mochila novinha dela e já arranhou uma parte dela. Tinha literalmente acabado de chegar, ela só colocou no sofá por um instante pra arrumar outras coisas e foram lá estragar.Um outro gato você não pode nem se mexer que ele se assusta, sai correndo e derruba tudo o que vê pela frente.
Eu levei meu notebook pra poder trabalhar. Deixava ele guardado quando não usava, claro, mas enquanto trabalhava, faziam questão de ficar se esfregando nele, enchendo de pelo, queriam subir na porra do teclado toda hora, tiraram ele da tomada umas 3x enquanto carregava e um dia desligaram ele no meio de um trabalho (eu estava distraído e deixei o note uns minutos de lado).
De noite era outro pesadelo. Obviamente eu não deixava nem conseguiria dormir com a porta da suíte aberta, com os gatos circulando, pois a minha rinite simplesmente me mataria. Mas é só fechar a porra da porta que começam a raspar aquela merda. Era a madrugada inteira assim, sem contar aquele miado irritante pra caralho, incessante. Puta que pariu, eu juro que me dava vontade de abrir a porta e dar um chutaço no gato no calor do momento. Claro que não fiz isso, mas a vontade realmente existiu. Pior que nem assim acho que adiantaria. E sim, já tentamos de tudo. Aqueles produtos que supostamente repelem os gatos com cheiros ruins, arranhador, tudo - só não tentei adestrar pois não moro lá e, tirando a exceção da pandemia, eu só fico no apto dela aos finais de semana, ou então ela fica no meu, enão meu convívio com os gatos nunca passou de umas 48h, o que era suportável e não exigiria adestramento. Sem contar que acho que nunca vi na vida um gato que obedece o dono.
De manhã era sempre a mesma merda. Algum gato sempre deixava um vômito de presente em algum lugar da casa. No sofá, na cozinha, em cima da mesa. Parece que escolhem sempre o pior lugar possível pra isso.
Nem preciso falar como são os móveis da casa, não? Zero decoração pois derrubam tudo. Sofás arrebentados. Toda hora pegavam coisa do varal e derrubavam. Mesma coisa com toalhas nos boxes dos banheiros. Eu tinha que me preocupar com meu note toda hora, as vezes queria só pegar algo na cozinha e tinha que esconder ele só pra não pegarem.
"Pote de comida está semi-cheio, tendo ração pra caralho? Vou derrubar ele e espalhar ração pela casa pq quero ver ele cheio sempre. A caixinha de areia tem UM cocô? Vou ficar miando o dia inteiro até alguém limpar isso, pra depois eu sair andando e não fazer as minhas necessidades. Quer ir tomar banho? Vou entrar no banheiro com você, mas no mesmo segundo que você ligar o chuveiro, vou ficar enchendo o saco pra sair. Quer dormir? Vou ficar miando na porra da porta. Quer almoçar? Vou subir na mesa e ficar te batendo com a pata pra me dar comida, pra quando você oferecer, recusar, sair da mesa, voltar em 2min e pedir comida de novo. Abriu o armário pra pegar algo? Vou entrar aqui sem você ver, deixar que feche a porta, depois vou ficar miando e, quando perceber que ninguém vai me ajudar, vou começar a ficar com medo e tirar todas as roupas do cabide. Me pegou no colo pq tô faznendo merda? Vou te arranhar e morder pra caralho (unhas cortadas, pelo menos isso). Tá concentrado vendo TV/jogando/mexendo no pc? Foda-se, vou ficar na frente da tela e se me tirar eu entro na frente de novo. Tá de boas na cama/sofá? Vou pular em cima de você do nada ou te usar como apoio pra pular em alguma outra coisa, foda-se se te assustar."
E acho que o que mais irrita é que, nem mesmo com a minha namorada, eles parecem ligar. O máximo de afeto que eles dão é sentar no seu colo, e mesmo assim tenho as minhas dúvidas se isso é uma demonstração de afeto mesmo.
Eu não sei se é o número de gatos que me deixa puto, ou se eu suportaria se fosse apenas um. Mas na real, eu não consigo gostar desses bichos. Pra mim são seres filhas da puta, egoístas, burros (não aprendem/não querem aprender nada no sentido de adestramento), nem um pouco carinhosos, estragam absolutamente tudo o que você coloca pela frente, ou seja, você vive em função deles e não tem nada em troca, pelo contrário, só despesas. Na minha opinião, viver com gatos é viver em uma prisão onde você precisa satisfazer a necessidade deles 24h por dia.
A minha única tática que funcionou durante esses dias foi a seguinte: spray d'água e espírito de porco. Se eu via algum deles fazendo merda, já corria com o spray e borrifava na cara deles. Isso me dava uns minutos de sossego, pois eles se assustavam e ficavam num canto sem encher o saco. Tem dois gatos que eram os mais folgados (80% do que comentei foi obra só deles). O que eu fiz? Enchi mais o saco deles do que eles o meu. Pegava eles no colo a cada 2 min - coisa que eles odeiam - e ficava um tempo com eles assim, até começarem a miar que estavam irritados. Eu soltava, esperava eles se aconchegarem e pegava eles de novo. No final desses 20 dias, era suficiente eles me verem pra saírem do meu caminho. Se faziam merda, eu simplesmente aparecia na frente deles e eles saiam correndo. Fiquei satisfeito pois sei que consegui controlar um pouco eles sem violência nenhuma (o que é algo deplorável e eu jamais faria, mesmo o meu ódio por eles "pedindo" isso - eu não teria coragem).
Eu só penso que, a bem da verdade, nem isso seria o suficiente pra mim a longo prazo. Eu tive que entrar em um estado de alerta 24h por dia pra borrifar o spray/encher o saco deles e eu não conseguiria viver assim por muito tempo. Meu asco por gatos é tão grande que é só ouvir algum miado que já fico irritado.
Eu imagino que a maioria aqui vai falar que não é bem assim, que nem todo gato é assim. Pode até ser, mas todos os que conheci são esses infernos na terra. Todo amigo meu que tem gato tem alguma história do tipo. De quebrar coisas caras, de machucar pessoas, sem contar que gatos são extremamente nocivos ao meio ambiente, o que eles matam de pássaros e outros animais não é brincadeira.
Sei que cães também podem fazer coisas assim, mas cara, nem mesmo o cachorro mais "destruidor" que tive chegou nesse nível. O máximo que ele fazia era mijar em lugar errado e latir quando eu ia comer.
Enfim, fica aqui o meu desabafo. Deve estar meio desconexo pois escrevi no calor do momento, conforme ia lembrando das merdas que eles fizeram. Me sinto meio peixe fora d'água postando em um site que idolatra gatos, o reddit, mas está aí.
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2020.07.16 22:01 vivihelriguel MEU PRIMEIRO CORAÇÃO PARTIDO E O DESASTRE DEPOIS DISSO

Essa históra será muuuito longa e é mais um desabafo, entendo q após ler vc pode me achar um ser humano horrível e eu entendo, mas me arrependi muito das minhas ações se serve de alguma coisa.
Olá Luba, editores, papelões sobreviventes, gatas e turma q está a lever.
Bem minha história aconteceu ano passado (ahh saudades de 2019) eu tinha 14 anos quando tudo começou. Por uns 3 anos eu tinha uma queda pelo meu melhor amigo q é gay e tipo eu sabia disso mas continuava a gostar dele, mas em Agosto eu decidi superar esse meu amigo.E é ai q a merda começa, eu comecei a "olhar" de uma forma diferente para um outro amigo meu (vamos chamar ele de Varls) ele sempre se abria comigo e eu lembro q em um dia o Varls me contou de um dia q ele pegou uma amiga dele no cinema (e eu fiquei puta de ciúmes , do nada) foi ai q eu percebi q gostava dele muito além q um amigo , e é claro q eu comecei a ficar meio boba perto dele e tava na CARA q eu gostava dele. Passou 1 semana e eu disse pra mim mesma q "não" gostava mais dele (na real acho q só guardei esses sentimentos).Em um dia a minha sala fez tipo uma excursão pra outra escola (estávamos no 9° ano e não tinha ensino médio na escola ai nos levaram nessa escola pra ver como era) dividiram a nossa sala em 2 grupos o 1° grupo ninguém liga era todos um bando de chatos metidos, já o 2° grupo era formado por eu, meus amigos (incluindo meu amigo gay) e o varls. Eu e meu amigo gay sempre fomos bem próximos (ele sempre foi perfeito acho q por isso tive uma queda por ele) eu sempre segurava a mão dele SEMPRE e só a mão dele (era o único menino q eu andava de mão dadas), até q em um momento o Varls simplesmente segurou na minha mão (eu sei é algo normal, MAS PRA MIM NÃO) e eu deixei é claro, ai o meus sentimentos voltaram pra me fuder.No dia seguinte dessa excursão eu toda trouxa iludida q sou fui perguntar pro Varls qual menina q ele tava gostando e ai ele toodo tímido falando tipo "ain nun sei, vc conhece ela muito bem" até q ele falou q era eu. E ai vc vai começar a ver as minha atitudes questionáveis, quando ele falou isso eu entrei em pânico total parece q na minha cabeça começou a soar uma sirene dizendo "ALERTA VERMELHO, ALERTA VERMELHO" o engraçado foi minha melhor amiga Mariana (vou expor ela sim, guardem esse nome ela é uma peça importante nessa história) já toda feliz dos dois amigos dela namorando e tals (coitada outra iludida igual eu kakakaka).Depois q ele se declarou pra mim (detalhe, ele já sabia q eu gostava dele) eu fui uma completa idiota, escrota e babaca com ele; comecei a evita-lo a TODO custo, não dei satisfação nem nada só comecei a ignora-lo (me arrependo muito dessa atitude imatura minha), mas era oq eu sabia fazer de melhor fugir ou tentar fugir dos meu problemas. Bom depois de um tempo sendo MUITO fria com ele a gente voltou a conversar normalmente como éramos antes, conversamos muito principalmente pelo discord.Acho q se passou alguns meses, acho q a gente ja tava em outubro só não lembro se isso aconteceu antes ou depois do meu aniversário a gente tava conversando eu, Varls, dona Mariana e um outro amigo (ele é irrelevante) o Varls fala: "eu sei q vc ainda gosta de mim Vitória" eu eu fiquei tipo ??????? ai a Mariana (te amooo) falou: "e vc Varls ainda gosta dela?" e ele disse q TALVEZ, ai o sentimentos q estavam se normalizando em mim voltaram com força total (novamente pra me fuder). Depois virou meio q um vai e vem sem nenhum dos dois se assumindo ou tentando algo, eu por ser insegura e não estar me sentindo preparada e ele pq sei lá; nossos amigos (a gente tem o mesmo círculo de amizade) seeeempre me falavam pra eu dar uns pegas nele só q por mais q eu queria não me sentia pronta e nem segura sobre ele (como eu havia dito antes ele se abria comigo e naquele ano ele me falou q teve uma queda por umas 3 meninas da minha sala antes de mim, e eu fui a única q correspondia ele) não sei oq ele sentia por mim e eu não iria dar um salto de fé (nem fudendo). Por impaciência dos meus amigos eles meios q nos "forçaram" a algo o Varls por livre e expontânea pressão dos nossos amigos ele decidiu me pedir em namoro, levou anel e tudo, e ele se ajoelhou e pediu e eu aceitei pq tipo tava todo mundo em volta e fiquei com vergonha de dizer não, passou uns 4 minutos q ele me pediu e eu fui e chamei ele pra um cantinho e devolvi o anel, expliquei pra ele q aquela não era a hora pra mim ainda era muito imatura, mas ele não aceitou o anel e disse pra eu ficar com ele (o anel era mó bunito) OBS: perdi o anel depois hihihihihhi. A nossa amizade aparentemente continuou a mesma e eu fiquei bem feliz com isso (por mais q a gente não fosse namorar ainda estimava a amizade dele); corta pra dezembro último dia de aula, eu toda bobinha com ele esperando ele chegar na nossa festinha, esse último dia foi terrível eu e meus amigos não iriamos estudar mais juntos (estudamos por 4 anos juntos), foi uma choradeira e quando eu fui abraçar o Varls (detalhe: eu pedi pra ele ir pra mesma escola q eu ia,mas ele foi pra uma mó cara (burguês safado)) ai eu perguntei chorando litros: "a gente ainda vai se ver?" e ele disse na forma mais fria "não sei" (não escorreu uma lágrima). Esse momento é irrelevante pra história mas quero compartilhar: quando eu fui embora dei um beijo na bochecha dele e disse "adoro seu cheiro" (aliás o perfume dele era a perfeição, mas sinto uma vergonha de ter dito isso ). Corta para o começo do ano de 2020, comigo ainda sentindo algo pelo Varls e pedi para Mariana (minha fadinha linda perfeita) mandar meu novo número de celular para ele, pra ver no que ia dar, eu e Varls conversamos mas sei lá a gente não dava certo como antes, mandava mensagem no celular da Mariana fingindo ser ela (totalmente autorizado pela própria), ate q ela decidiu perguntar se ele ainda gostava de mim e eu iludida esperançosa com a resposta (sou um pouco bipolar e contraditória eu sei) bom a resposta não foi oq eu esperei, na verdade ele disse q não sabia bem ao certo e que queria só seguir em frente, essa resposta me quebrou e eu decidi fazer o mesmo né (eu já tava imaginando a nossa vida juntos, misericórdia sou muito trouxa) mas mesmo assim ele conversava e me ligava pelo discord BASTANTE, ate q um dia (eu ja estava "bem" em relação a ele) a gente começa a conversar pelo Whatsapp e ele me manda uma foto de açai (eu amo açai) e falo "se eu sonhar com açai essa noite é culpa sua" e ele me responde com "se eu sonhar com vc é culpa sua" E FIQUEI DOIDA, pouco tempo depois ele saiu da conversa (passei a noite quase toda pensando nessa maldita frase) no dia seguinte questionei ele e o Varls simplesmente disse q era uma brincadeira, isso me quebrou, depois foi eu lá mandar mensagem dizendo q ainda gostava dele e ele disse "ata" só isso, chorei horrores. O incrível q ele é super frio, e grosso comigo a Mariana tbm concorda comigo q ele é super frio, isso me deixa triste pq eu ainda gosto dele e ver q ele superou tão rápido e eu to aqui na fossa é uma merda, além disso a nossa amizade não é a mesma não temos a mesma intimidade e dinâmica de antes, e acho q não o conheço mais, em algumas vezes ele ainda é legal comigo em outras é frio, quando eu não converso com ele ta ok mas quando a gente conversa tudo começa a voltar EU TO PIRANDO DE LEVE.
Eu tenho a teoria de q ele é frio comigo como vingança pelo q fiz antes a ele mas ele tbm é frio com a Mariana, aliás eu pedi desculpas pelo q fiz antes e ele meio q me desculpou.
tá ai meu desabafo, relevem qualquer erro ou algo do tipo
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2020.07.01 22:21 Manu_channn Sou babaca por querer que um mlk se dê mal?

Olá Lubixco,chat,gatas,papelões e editores. Turubom? Então no final do ano passado eu comecei a gostar do Carls um garoto que era 2 anos a baixo do meu na escola (estou no 9° atualmente e ele repetiu o 7º) e eu achava ele MEGA INCRÍVEL,ele me tratava bem,era maneiro,engraçado e era bem o meu tipo e ainda jogávamos o mesmo jogo sempre que eu podia. (esse jogo foi uma forma de eu me aproximar dele) Então um dia eu tomei coragem e disse pra ele que queria SÓ FICAR com ele pq sou um pouco fds pra relacionamento sério, e ele disse que super toparia e era ssó a gente se encontrar pra rola. O problema começa a partir daí, dps de um tempo ele viajou para um hotel fazenda e conheceu uma garota lá e eles começaram a namorar dps de 3 FUCKING DIAS, eu não sabia de nada até me contarem por zipzop e eu disse que não estava nem aí pq a gente não tava namorando nem nada e deixei o assunto pra lá, aí passou uns dias e o Carls começou a falar coiss pra maiores de 18 pela call do jogo e eu não sabia mtt o que fazer e fui na onda e eu sabia que ele tava namorando (A garota mora a uns 50km dele e via ela de 2 a 3 vezes por semana), não conhecia a garota mas não queria me meter em furada dps, então dps de uns 3 dias ele parou de dar em cima de mim, mas eu com fogo da larisinha falei com ele pra ver se ainda rolava a beijoca lá e ele disse pela call do jogo a seguinte frase:"EU SÓ FARIA LEPO LEPO COM VC OU SÓ FICARIA COM VC SE EU TERMINAR COMA MINHA NAMORADA" Eu indignadíssima perguntei:" Então eu sou 2° opção pra vc?" e ele disse com todas as 3 letras que sim. Na mesma hora eu disse: "legal" e sai do jogo e fui dormir. Dps de todo esse rolo aconteceu mais umas tetras aí e atualmente a gente não se fala nem joga junto. O Único problema é que ele ainda não superou as patadas q eu dei em outras tetras q a gente teve e tb pq eu abri os olhos dos amigos dele,mostrando quem realmente ele era: Um babaca,machista e gordofóbico,até hj ele tá putinho e fica colocando coisas nos status do zipzop do tipo:"Quem me bloquear vai pegar a Manu_channn aquela gorda do 9°". e tb me contaram que ele faz tipo "apostas" enquanto joga com os amigos do tipo:"Quem morrer vai comer a Manu_channn" e isso é bem ruim de se saber mesmo vc não estando presente na hora pq ele literalmente me tratou como objeto e isso me fez chorar a noite inteira,tive até q mentir pra minha mãe dizendo que era alergia. Mas voltando ao real motivo de eu estar contando essa história. Sou babaca por querer que esse mlk de 3 anos mentais se foda um pouco na vida só pra perceber que ele foi um extremo babaca?
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2020.06.21 20:43 Wooden_Statistician3 Tudo que falo só piora e só queria que voltasse a ser como era antes

Desabafo. Há alguns meses casei, depois de menos de um ano de namoro. Apressado? Com certeza. Mas as circunstâncias meio que pediam. Ela veio de uma família extremamente quebrada e tóxica. Vivia sozinha há alguns anos, dependendo de auxílios de faculdade, parentes que só sabiam reclamar de estar ajudando, etc. Ela tem depressão profunda, e não tinha nem como se tratar.
Quando a conheci ela estava namorando, mas um namoro só de fachada, pois na verdade ele era abusivo e não deixava ela terminar, sob ameças contra a própria vida por parte, e à vida dela por partes de parentes dele. Durante boa parte da sua vida, a chamaram de feia, estranha, etc. Na faculdade as coisas mudaram, e começaram a enxergar a sua beleza, ficou com vários, mas sua auto-estima baixou tanto ao longo da vida que ela aceitou namorar com essa cara, sem nunca de fato querer, e acabou presa nesse relacionamento por mais de 2 anos.
Eu só tive uma namorada, há mais de 10 anos, e um crush forte até alguns anos atrás, o qual acabou em inimizade total. Sempre percebi que não era interessante pra nenhuma garota, na aparência, e nunca tive qualquer desenrolar pra "chegar". Depois de namorar, tomei gosto, e tentava. Porém do meu jeito tímido e, claro, ineficiente. Anos disso me fizeram perceber que não havia porque eu ficar insistindo em "achar alguém", se fosse acontecer seria no dia-a-dia normal, ou quando eu realmente me melhorasse como pessoa. Foquei então na minha educação e no profissional.
Um dia ela, ainda em namoro abusivo, falou comigo pelo Whatsapp, tarde da noite. O meu racional dizia pra eu ir dormir, pois a pessoa responsável e profissional dorme cedo e acordar cedo (ou assim deveria, pelo que dizem). Mas algo me fez querer falar com ela, mesmo que ainda de forma um tanto fria, admito. Papo vai, papo vem. Como parecia ser só uma amizade, eu falei abertamente com ela, inclusive quando ela perguntou de relacionamentos/crushes passados.
Semanas depois, ela termina o namoro e diz que gosta de mim. Pela primeira vez em muitos anos volto a sentir aquilo que senti no primeiro namoro. E ficamos, e namoramos, e tudo foi muito intenso. E então casamos, para que ela pudesse ter acesso ao meu plano de saúde como dependente e tratar, principalmente, da depressão, pois várias noites a vi chorar pelo seu passado que ainda atormenta o seu presente: ela não consegue nem mais estudar e boa parte das tarefas domésticas ficam pra mim. Mas havia tudo pra melhorar, não havia? Infelizmente, tudo mudou um dia.
Ela acordou e disse que sonhou que eu falava que eu achava aquele meu crush forte (Fulana) de alguns anos antes mais bonita que ela. Depois de algumas horas, como se perguntasse algo banal, ela perguntou se achava mesmo. O problema: eu considero a Fulana bonita, mesmo nível, mas o sentimento que existe é pela minha esposa e, obviamente, ela me é "a mais bonita". Mas ela não aceitava esse tipo de resposta, ela queria que eu respondesse de forma crua. Eu, que sempre procuro ser honesto, correspondi. Como considero as duas de mesmo nível, foi difícil. Conseguia lembrar de momentos onde uma estava mais bonita que outra, mas não chegava a "vencer". Uma certeza eu tinha, e continuo tendo, minha esposa tem a maior capacidade, ou seja, consegue ser a mais bonita. Mas ainda assim minha resposta não foi suficiente: ela dizia que eu estava enrolando, com medo de dizer a verdade. Não entendi do que deveria ter medo afinal, pra mim, a resposta mais direta e crua não fazia a menor diferença nos meus sentimentos para com ela. E, se eu estivesse raciocinando direito eu teria percebido a armadilha bem ali na minha frente, mas eu caí nela quando ela novamente exigiu a resposta direta e crua: ou ela ou a Fulana. E eu falei a Fulana.
E, de repente, ela começou a me atacar. Dizendo que eu acho a Fulana "linda e maravilhosa" e ela feia (quando pra mim ambas tão no mesmo nível, e pra mim ela vai ser sempre a mais bonita, pois é ela que eu amo). Que meu sonho era que tivesse dado certo com a Fulana, mas que ela foi o que deu (quando ela, e somente ela, que conseguiu reacender meus sentimentos, mesmo quando tudo dizia que não valia a pena sonhar com isso (afinal ela tinha namorado, etc.). Eu tentava explicar meus sentimentos, mas nada adiantava. A frustração, a angústia tomou conta e então, a raiva. Raiva de como algo que estava morto no passado, voltou pra me assombrar. Raiva de que algo completamente irrelevante no meu presente, e portanto nosso presente, estava ali, destruindo nosso casamento. Pois ela começou a querer ir embora, anular casamento, se separar. E na tentativa de melhorar as coisas, eu sempre piorava. Acabei falando palavras (que pra mim não teria tanto significância se ela dissesse), mas infelizmente pra ela tinha: disse que ela estava sendo "idiota" por insistir tanto nas afirmações desses ataques e desconsiderar completamente o que eu sinto e falava. Só estava tendo "amenizar" a situação, segundo ela. E que no fundo, eu queria alguém """melhor""" que ela.
Isso foi uma tarde. Ela eventualmente parou quando percebeu o quão mal eu estava. E claro que eu estava. A pessoa que eu amo e por quem eu faço tudo, praticamente "inventou" um motivo pra me atacar. E daí que numa análise crua e racional, naquele ponto específico da história, a Fulana havia "vencido" no concurso de beleza entre as duas. Grande bosta. Minha esposa continuava sendo bonita, e pra mim e meu amor, a mais bela. Era ela que realmente havia gostado de mim, era ela que quis casar comigo, era ela que me acompanhava nos filmes de sábado à noite, era ela com eu me via vivendo pra sempre do lado. E de repente, parecia que nada mais disso iria se tornar realidade e por quê? Por algo que nem ao menos mudava o que eu sentia em relação a ela e nunca iria.
Durante o final da noite, eu tentei dormir, mas não conseguia. Tentei assistir vídeos de "como lidar com a pessoa amada em depressão". E ela começou a chorar do meu lado, muito. Larguei o vídeo, abracei-a. E ali as gentes se aceitou novamente. Ou assim parecia, porque poucos minutos depois, ela pergunta, inocentemente, se eu acho minha irmã mais bonita que ela. E o fato é, se eu dissesse que não seria uma bela duma mentira, e mesmo que eu achasse, ela diria que eu estava falando aquilo só pra agradar. E eu, O idiota, achando que estava tudo bem de novo, respondi que sim. E novamente ela começou a me atacar. E POR CAUSA DA MINHA IRMÃ!?
Atualmente eu me considero forte pra aguentar essas coisas, mas não dava mais. Ela quebrou minhas defesas com esses ataques. E tudo que ela me falava soava como "EU TE ODEIO". E eu aceitei esse ódio dela, pois, afinal, ela devia estar certa. Eu sou uma pessoa com 30 anos, aparência ok, mas que não tem amigos e só teve uma namorada antes dela. É óbvio que tinha algum problema, o problema de que eu era detestável. Eu sempre tentei demais ser prestativo e tudo mais, mas quando o assunto são sentimentos eu nunca consegui transmitir isso. Abraço minha mãe quatro vezes ao no: aniversário dela, o meu, dia das mães e natal. Sempre um abraço bem "desengonçado". Eu noto isso, mas sempre foi assim, e eu não sei mudar. Eu sei o que eu sinto, mas minha demonstração é e sempre vai ser insuficiente. E por isso todos ou acabam por me detestar ou se afastar de mim. Mas eu realmente pensei que com ela seria diferente.
Alguns dias se passaram e as coisas até foram melhorando. Até que cai tudo de novo. Ela conta pra uma pessoa, que mal conhece, que eu achava que ela na praia não ficava tão bem quando dentro de casa. Sim, eu havia falado algo do tipo, quando no começo da discussão ela pedia pra eu ser mais direto. Oras, ela tem umas manchas, gordurinhas a mais, etc. do que a fulana. Eu me sinto menos bonito do que um cara que não é assim, mas nem por isso me acho feio, ou ache vou sempre ser inferior. É só eu cuidar disso. E se não cuido, é porque tenho outras prioridades. Da mesma forma com ela. Não acho ela feia, nem menos bonita, só relatei o óbvio. E se ela não quiser cuidar, ou não conseguir cuidar, não é problema pra mim. Eu casei com ela pelo pacote completo. E assim como eu, ela também vai com o tempo perder pontos na aparência. E assim como eu, espero que ela ainda me ame, ainda me ache bonito, com eu continuarei amando ela e achando bonita. Mas não importa eu falar isso. Pois ela quer sempre dizer que tudo isso que eu falo é balela, enrolação, agrados, etc.
Pelo meu jeito detestável de demonstrar sentimento ela perdeu totalmente a confiança nos meu sentimentos, a ponto de nada o que eu falo valer mais. Ou talvez, no fundo, ela espera que eu seja pra sempre tão bonito quando ela acha atualmente, e quando eu não foi mais, ela vai me trocar por alguém que envelheça melhor. Mas se eu falo isso pra ela, ela bate o pé pra dizer que pra ela é completamente diferente, que o sentimento dela é real, mas que o meu? O meu é de mentira, porque assim ela decidiu. E ela ainda diz que eu mereço alguém ""melhor"". Mas o fato é, que ela se estiver certa, o que eu mereço é desaparecer. Pois o meu eu que ela odeia, é o único eu que existe. E se ela não é capaz de amar esse meu eu, e insiste em brigar, está mais que na hora de ela admitir o que está bem na frente dela: ela não me ama. Não mais. Só espero que não tenha sido nunca. Porque pior que ver tudo se destruindo e não poder fazer nada, pois nada do que eu falo impede, pelo contrário, piora, e ficar calado não é opção, então que pelo menos não tenha sido tudo uma mentira.
E hoje ela do nada veio falar que tá com medo de engordar, pois, segundo ela, eu falei que iria querer outra se assim acontecesse. Eu nunca falei isso, assim como nunca falei outras coisas com as quais ela vem me atacando. Mas o pouco que eu digo, se transforma num muito na cabeça dela. Eu não aguento mais. Eu peço pra ela parar, mas ela insiste em, nas palavras delas, "me colocar contra a parede pra botar as verdades pra fora". Mas do que adianta isso, quando ela já decidiu o que é verdade e o que é mentira? Nada, e por isso eu só queria que ela parasse. Que não pelo amor que ela supostamente sente por mim, mas pelo menos em consideração a tudo que eu fiz por ela.
Pois agora eu já não sinto nada. Um nada que não me permite nem ao menos dizer o que sinto por ela. Mas enquanto eu quero acreditar que ainda amo ela, ela insiste. Eu novamente pedi pra ela parar, e afirmei que não sei mais se gosto dela, mas que se ela realmente me ama, ela tinha que parar, e me deixar sentir novamente. Mas meu medo é que ela continue (ela está passeando com uma amiga nesse momento), pois se ela continuar o pior vai acontecer. O amor vai virar ódio. A vida vai virar morte. Figurativamente (apesar de temer, e muito, que aconteça literalmente para ela).
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2020.06.09 04:40 Astarter_ Fui babaca ao descobrir o meu primeiro chifre?

Olá luba e pessoas que estão a ver.
Bem, a minha história ocorreu ano passado quando eu comecei a namorar um menino (vou chama-lo de P). Então, antes da gente começar a namorar eu já gostava de outra pessoa (vou chama-lo de N), mas como eu não tinha coragem de falar com ele o meu fogo no c* me levou até o P, que era bonitinho até. P tinha chegado em mim antes e tava puxando conversa eu fui na dele e não escutei meu melhor amigo (que na época era muito ciumento, mas mesmo assim me arrependo de não ter ouvido ele). Depois de não muito tempo, eu estava apaixonadinha por P, e ele me pediu em namoro e eu trouxa aceitei (ele ficava me dando muito mole, mds pq eu fui aceitar?). Nós estávamos namorando, tava tudo certo e bonitinho. Acho que por muita carência eu queria ficar toda hora perto dele. E há mais uma coisa, quando eu comecei a namorar com P, eu falei com N e acabou que nós ficamos amigos pois ele era uma pessoa muito gente boa e eu achava o sotaque nordestino dele muito fofinho. Mas infelizmente eu parei de falar com ele por causa de P, pois P me contou que não gostava de N e eu não sabia o pq a maioria da sala odiava N (Todos eram da mesma sala). Mas depois de um tempo, P começou a ficar estranho comigo, ficava me afastando e tudo mais. Teve um dia que eu tentei falar com ele, pq eu sabia que ele tinha problemas com o pai dele (que batia nele sem motivo e tals) e eu estava realmente muito preocupa. Mas ele me empurrou e foi pra longe de mim, sentando em um banco, uma amiga dele (Vou chama-la de G) foi e se sentou com ele e o abraçou. Eu fiquei muito triste e comecei a chorar(não só por esse motivo, pois tbm estava com problemas em casa), mas ai o N chegou e começou a me consolar, achei muito fofo da parte dele e me senti um pouco melhor. Alguns dias depois, eu e P já não estávamos nos falando mais como antes, resolvi ir falar com ele pra esclarecer a coisas, pois eu estava com um sentimento ruim. Ele terminou comigo sem mais e nem menos, e eu só falei: Ok (Mas no momento eu estava pensando: pau no seu c* então). Uns dia depois um amigo meu falou que viu P e G se pegando (Na época que a gente ainda tava namorando) e eu fiquei muito puta da vida. A minha vontade era de voar no pescoço de P (pq eu não curto esse lance de traição), mas como eu não sou uma pessoa agressiva eu não fiz isso. Eu bloqueie P em todas as redes sociais. O único problema e que eu via aquele otário todos os dias na escola. Depois eu descobri que P e G estavam namorando e pensei "bem, eles se merecem". Um dia G veio falar com meus amigos e eu a olhava friamente. Do nada ela soltou pra mim "Vc não gosta mesmo de mim, não é?" meus amigos me olharam e eu respondi "não gosto, algum problema com isso?" e me afastei pois não aguentava mais olhar para cara dela, pois ela sabia que eu e P estávamos namorando naquela época e mesmo assim ela decidiu pegar ele. Eu sofri bastante, mas estou bem melhor sem ele. Eu passei o resto do ano ignorando eles friamente pq eles não mereciam nem um pingo da minha atenção. E outra coisa, eu encontrei G chorando por causa de P do mesmo jeito que eu chorei da outra vez, (ou seja, já sabe neh) e rir( me desculpa mas eu ri da desgraça alheia).
Enfim, é isto, me desculpe pelo texto grande. Te amo Luba <3
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2020.06.02 16:28 wevertonkayrofake Eu sou babaca por abandonar meus "amigos"?

Olá luba, editores, gatas, convidado ( impossível quer dizer ) e turma que está a ver, queria saber se fui babaca por me distanciar de "amigos" de longa data ( que depois descobri que me esfaqueavam pelas costas ) então vamos lá:
Tudo começou em 2013, me mudei pra uma cidade onde já havia morado na região norte do país, estava na 4° série e nessa época tinha 9 anos, estava em uma nova escola e foi lá onde conheci eles, eu não tinha nenhum colega ou conhecido, então, na minha mesma sala 2 garotos, vamos chamá-los de carls e Steve, eles tinha por volta da minha idade e rápido viramos "amigos" ( esse são 2 dos 4 importantes pra história ). Nessa época eu era uma criança acima do peso, normal pra essa idade, más o carls e o Steve ficavam caçoando de mim por ser gordinho, me excluíam de algumas coisas, ( eram crianças então não julguem tanto )e como eu também era criança/adolescente e não tinha nenhum amigo, não percebi ou liguei pro que eles diziam :D ( carência e tudo rsrs)
Bom, 1 ano depois, na 5° série conheci o resto da turma, além do carls e do Steve conheci mais dois "amigos", vamos chamá-los de Bob e Silvana, conheci eles e logo me considerei amigos deles também, erro meu pois 1 ano depois que eles falaram pra mim que queriam ser meus amigos, eu fiquei tipo, whatafuck nois já não éramos amigos? E isso não foi só o Bob e a Silvana que disse, mais sim os 4, ou seja, me paguei de besta por 2 anos até ser realmente considerado "amigos" deles, bem, chega de enrolar e vamos pro que interessa.
Desde criança eu sempre fui uma criança meio afeminada, minha voz era e ainda é fina, presumo por algum problema que não comprovei ainda, eu sempre tive contatos com primas quando criança, até brincava de bonecas mais elas, então acabei pegando um jeitinho assim, más mesmo com tudo isso eu gosto de garotas e que eu não sou gay, é um fato só pra esclarecer mesmo.
Então, desde 2018 os 4 ficavam me dizendo que eu era gay, quando não dizia eles perguntavam, eu sempre dizia que não e não me importava, afinal eu tenho mesmo um jeito, más no ano passado no início de 2019, especificamente em fevereiro foi onde tudo começou a piorar, eu e a turma passamos pra mesma sala no 1° ano do ensino médio, nesse mês o Steve disse que eu não podia ir mais na casa dele, pois os pais dele disseram que eu era gay! E que não era pra falar comigo nunca mais na escola! Eu fiquei tipo, como assim? Eu ia a todos os aniversários do Steve e sempre fazia trabalhos na casa dele e eles nunca me disseram nada?? O Steve disse que tinha falado pra eles que eu era daquele jeito e que não era gay, más não tenho muita certeza disso, e o resto da turma? Tirando a Silvana o carls e o Bob riram da situação, dizendo que eu tinha que deixar mais de ser assim, desse momento adiante eu comecei a me distanciar um pouco de todos, menos dá Silvana pois ela não perguntava tanto assim
Em agosto tudo pareceu haver esperanças, ( já que a escola toda Graças a esses boatos achava que eu era gay ) no busão da escola conheci um menino do 3° ano, vamos chamá-lo de yoda, acabei fazendo amizade com o yoda e hoje ele é o meu melhor amigo, e na verdade o único também rsrs ( parece ser triste eu sei, más eu agradeço a Deus por ter um amigo como ele, que na verdade nunca achou que eu era gay, continuando ) essa amizade gerou intrigas na turma, eles e a escola inteira achava que eu e o yoda estavamos namorando kkk, cinceramente tirávamos sarro da situação, pois como eu, ele não se importava com isso ( apesar de que eu me preocupava se achavam que ele era gay por minha causa ) nesse tempo recebia mensagens em anônimo e de outras pessoas me falando que eu era um gayzinho de merda e que deveria sair do armário, sendo que dias depois vim descobrir que era o carls e o bob Junto com outros garotos que mandavam essas mensagens!! A partir daí decidi me afastar completamente deles, pois "amigos de longa data" que eu considerava os meu melhores amigos além de mandarem as mensagens me esfaqueavam pelas costas com outros colegas da turma, e que depois se faziam de idiotas como se não soubesse de nada!
Eu parei de falar com eles em novembro, eles vinheram me mandar mensagens perguntando porque eu tinha me afastado? A única pessoa dos quatro que me julgou mais não tanto foi a Silvana, e eu sei que ela é uma boa pessoa, más ainda assim não quero contato com os 4, eu tentei falar com eles más eles falavam que eu tava andando muito com o yoda, eu entendo o fato de eu ter me afastado um pouco, e perdôo oque eles fizeram, pois basicamente a escolha foi minha quebrar 6 anos de amizade por causa daqueles questionamentos, ( que por conta da minha voz realmente parece que eu sou gay rssr, más não acho que eles deveriam ter feito isso )
Então, eu fui um babaca por querer acabar com esses anos de "amizade" com eles?
Obs: se eu não tivesse feito isso, eu nunca teria conhecido o yoda, que atualmente é alguém muito importante pra mim!
Esse é um repost porque o outro post fiz errado
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2020.05.17 03:27 LizianeS2 aprender novamente...

hoje eu vi algo que eu apenas pensava que era coisa da minha cabeça. estou namorando a 4 anos e em 2 desses 4 anos eu e o meu namorado moramos juntos, somos apesar dos conflitos do dia a dia felizes juntos só que por me relacionar com 1 único homem desde os meus 14 anos eu tinha muito aprender, pois pelo meu namorado ser 6 anos mais velho que eu, eu o via como pessoa muito legl porem ele acabou me fazendo me afastar de todos os meus amigos inclusive mulheres, no começo achava tudo isso normal por isso nunca fiz nada para impedir isso. um erro meu é claro porem era jovem e eu realmente pensava que para ter um relacionamento feliz tinha que abrir mão de minhas amizades. Hoje vejo que isso é uma grande bobagem, que para ter um relacionamento feliz ele tem que ser saudavel. porem para que eu tenha chegado nesse tipo de pensamento tive que passar por um grande processo em minha vida. DEPRESSÃO, na época eu não via isso como depressão ate pq eu me via como uma pessoa que apenas estava com pequenos problemas na minha vida, não que eu nao acredite que depressão é uma doença seria, muito pelo contrario, porem eu nunca conseguia me ver como uma pessoa que tinha depressão, eu sempre via a depressão em outra pessoa menos em mim porem ela me prejudicou bastante abandonei a escola e cheguei ao ponto de simplesmente acorda e ficar olhando para o teto ate o sono chegar novamente. consegue acreditar que eu fiquei ate 15 dias sem tomar banho?! pois é, eu não consigo me imaginar assim porem aconteceu e eu só conseguir me "livrar" pois tive um pensamento que por mais estranho que foi, me ajudou a sair da depressão, eu pensei, " é liziane, vc quer morrer mas nem se matar vc consegue, é inutil até para isso então oque resta é voce torcer para que alguem te atropele ou te de um tiro, e para que isso aconteça vc tem que sair desta cama, é bom e aproveita e tenta nao ser um estorvo para ninguem, ninguem aguenta mais vc, entao fassa as coisas que vc tem que fazer." (ser dona de casa) e por mais triste que isso possa ser eu decidi que iria fingir assim todos parariam de pergunta qual era o problema, coisa que eu não sabia responder. e de tanto fingir hoje eu sou feliz de vdd, hj eu realmente me amo e não existe pessoa mais incrivel que eu tomei as rédias de minha vida, conversei com meu namorado e hoje ele vê o quanto errou comigo e por mais dificil de acreditar, ele mudou completamente, claro que não foi de um dia para o outro porem foi algo que foi trabalhado aos poucos, do homen machista, álcoolatra e traidor, ele se tornou um homem que não bebe mais álcool, bom pelo menos não como antes, e se tornou amoroso e dividimos tudo por igual nas tarefas de casa e fora dela tbm. meu único problema agora é aprender a me socializar novamente com as pessoas, esse dom eu perdi totalmente e por mais feliz que eu estou e por mais idiota que possa pareçer a unica coisa que sinto que falta em minha vida é uma amiga para quem eu ainda possa falar mal do marido (maus de casado) sinto que os amigos do meu marido são apenas amigos dele, claro que nos respeitamos e temos assuntos em comum mais eu gostaria muito de poder dizer que eu tenho uma amiga que cv comigo por gostar de minha pessoa, e não amigos que apenas sao meus amigos pq meu namorado é amigo deles.

desculpem os erros ortográficos. e desculpa por ser muito longo tenho o mal de querer sempre colocar contexto nas coisas. obg por ler até aqui.
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2020.03.30 03:20 rsm_rlb Texto de desabafo longo. Desculpe

Olá, eu queria fazer um desabafo. Eu tenho depressão a cerca de 6 anos, desde que minha mãe morreu. Nesta época, foi um relacionamento de 5 anos que acabou, o falecimento da minha avó e o falecimento da minha mãe. Um evento atrás do outro, resultando em eu não ter cabeça para mais nada. Comecei a apresentar sintomas de depressão desde então.
Nos primeiros 2 anos, eu até suportava. Mas meus rendimentos no trabalho começaram a cair e consequentemente eu fui demitido por isso. Tranquei a faculdade, não tinha condições de pagar o aluguel... então alguns amigos decidiram me acolher e fui morar com eles. Fiquei 2 anos morando com eles, sem conseguir arrumar emprego e cada vez mais me sentindo mal. Até que eles disseram que não poderiam continuar me sustentando. Que eles não tinham condições financeiras pra isso. Apelei pra minha ultima alternativa. Voltar para a casa do meu pai. Foi quando eu conheci uma garota pela net. Fiquei 2 meses na casa do meu pai e eu e essa garota saimos algumas vezes. A mulher que meu pai estava namorando me odiava pelo simples fato deu não ter um emprego e começou a fazer a cabeça dele. Resultado: 2 meses depois deu ir morar com meu pai, ele me colocou pra fora de casa porque a mulher convenceu ele de que eu queria bater nela.
Nesse momento pensei em terminar com a garota, mas ela me surpreendeu. Me chamou para morar com ela. Era isso ou ir morar na rua neste momento. Eu hesitei muito. Não queria que pensassem que eu era aproveitador e tava indo morar com ela só pra ela me sustentar, mas ainda assim ela me convenceu a ir. Fui morar com ela e a primeira coisa que a mãe dela me disse foi justamente isso. Que não gostava de mim porque eu estava me aproveitando dela por não ter onde cair morto.
Mesmo com esse problema da mãe dela me odiar, ficamos juntos durante 2 anos. Nesse tempo, comecei a fazer tratamento psicológico e psiquiatrico. Melhorei muito. Mas meu mundo caiu a uns 8/10 meses atrás quando ela terminou comigo. Todos os anos de depressão voltaram de uma vez nos meus ombros. Todos os meses e meses de tratamento foram pro lixo. Meu primeiro pensamento foi suicidio. Peguei uma faca coloquei no pescoço e naquele dia só não cortei porque ela não deixou. Ela ligou 192, me deram calmante, me levaram ao hospital aonde fiquei em observação....
Depois disso, ela se foi. Comecei a morar na casa de uma nova amiga que conheci por ela. Nessa casa, é quase um sítio que estava abandonado. O acordo que fiz com essa amiga era: Eu cuidava do sítio: Manutenção, limpeza e etc, quase como um caseiro e em troca eu poderia morar aqui. Tudo bem. Arrumei um "emprego". Não era nada de carteira assinada, apenas um free lancer. Trabalhar de garçom num restaurante perto de casa em troca de uma diária de 60 reais.
Nesses 8/10 meses desde que terminamos, eu tenho tentado melhorar, mas não me sinto bem como eu me sentia quando eu estava com ela. Me sinto feliz pelo trabalho ser só aos fds, porque se fosse todo dia a depressão teria me arruinado novamente. A noite, só consigo dormir por causa dos remédios que tomo, mas o psicólogo disse que eu não estava apresentando melhora e que por isso iria me dar alta. Tenho que arrumar outro. O psiquiatra já mudou e aumentou minhas doses várias vezes. Comecei com 1 comprimido de fluoxetina antes de dormir. Agora estou tomando 6 remédios diferentes por dia. E cada dia que passa só me sinto mais lixo.
O momento que eu pensei que iria me sentir melhor foi no meu aniversário. Um amigo de brasília tinha vindo aqui pro RJ e combinamos de nos encontrar e jogar conversa fora. Por causa da merda do corona virus e da quarentena meus planos foram cancelados. Todo mundo do meu círculo social, ganhou um bônus de 50 reais no paypal, fui o único que não conseguiu. Pra finalizar, o restaurante está a duas semanas fechadas, então como só trabalho aos fds, são 240 reais a menos no meu orçamento. Até tinha pensado em me dar o luxo de comprar uma skin no lol ou alguns jogos na steam...
Mas sigo meus dias me sentindo mal, com vontade de chorar, mal querendo levantar da cama e me sentindo extremamente sozinho sem ninguém pra conversar... e o pior de tudo, sentindo que ninguém nunca vai me amar e eu nunca terei uma família novamente.
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2020.03.13 08:58 KawaiNee Fui babaca por desapontar minha mãe por querer apenas me proteger?

Preciso de opiniões para encontrar um rumo, talvez esse post seja capaz de mudar meu comportamento pra melhor pois não estou aguentando mais essa dúvida.
Minha vida mudou após a chegada de José (nome fictício) na minha família. Ele a princípio é ou ainda é (gera dúvidas) amigo da minha mãe. Ele veio a morar conosco na casa do fundo com o motivo de ter sido enganado pela esposa e traído pela mesma, sofrendo um baita golpe e perdido tudo (isso era verdade) todos nós queríamos ajudar (minha família é prestativa e não nos importamos de ter a presença dele conosco)
Flashback momentâneo: Eu conheci o José um pouco antes dele morar com a gente, ele era um cara legal e aparentava ser o único amigo leal da minha mãe, ambos trabalhavam juntos e minha mãe confiava nele cegamente. Vê-lo me deixou um pouco insegura naquele dia de mudança, parecia que algo muito... Muito... MUITO RUIM iria acontecer, sendo o meu pior erro ignorar esse mal presságio.
Se passaram meses até finalmente eu me acostumar com a presença de José, ele era quase da família e não nos importávamos de ter a companhia dele aqui conosco todos os dias na ausência do meu Pai, ele nos ajudava com inúmeras coisas e me ajudou na época de depressão (problemas escolares) e me ajudou a superar isso e partir para outra escola (do qual eu amo de paixão) tudo estava tranquilo e razoável até as coisas mudarem bruscamente. Ele era alcoólatra e isso nunca foi um segredo, todos nós sabíamos disto mas até então aparentava ser apenas um alcoólatra sociável, no entanto eu estava duramente enganada...
Conforme foi passando o tempo José foi ganhando espaço e poder na minha casa, assim que meu pai saia para trabalhar parecia que ele tomava o poder Celeremente. Ele não só conseguia espaço e poder na casa, mas como também nas nossas vidas. Mostrando quem ele realmente era.
Eu e minha irmã perdemos a liberdade por inteiro. Não podíamos jogar, assistir animes ou qualquer outro tipo de desenho, não podíamos fazer nada que gostávamos pois já era motivo para brigas, a desculpa dele era que tínhamos hábitos ruins e que as coisas que gostávamos e fazíamos eram coisas de "retardado" e que não conseguiríamos nada na vida gostando dessas coisas. Ele era muito manipulador e até mesmo mentia para minha mãe para ela se virar contra nós e fazê-la obrigar ambas a cumprir com o que ele mandava. A desculpa dele é que meu pai era irresponsável por nos ensinar a gostar deste tipo de entretenimento e que devíamos estudar mais (quem me dera se fosse apenas estudar) limpar casa, fazer almoço e jantar, alem de fazer tudo que ele mandar e deixar ele fazer tudo que ele quer, na hora que quer e quando quiser, sendo a preferência dele a prioridade.
Nesta época o tempo da escravidão havia voltado pelo visto, não tínhamos espaço e nem liberdade para nos divertir, tínhamos que ser robôs e estudar loucamente.
Sou uma pessoa relutante e odeio quando me obrigam a fazer coisas que não quero ou que não acho certo, essa minha atitude apenas piorou minha situação. Ele provocava minha irmã até ela chorar e desistir de se divertir (olha que ele é um homem adulto e ela apenas uma criança.) Era costumeiro ele me ofender publicamente e dentro de casa (xigamentos que obviamente não vou citar) ele era extremamente machista, uma pessoa tóxica de mente muito fechada, era cruel e incompreensível, além de ser desumilde. Nos torturava psicologicamente na ausência de todos, e quando tentávamos contar para nossa mãe ela nunca acreditava em nós, e se acreditava, sua ideia mudava rapidamente com algumas mentiras dele.
Como se não bastasse toda essa situação, ele usufluia do dinheiro do meu pai e da minha mãe (sendo que meu Pai nem sabia desta nossa condição) ele era egoísta e só pensava nele mesmo, podíamos estar morrendo de fome, ele sempre preferiu comprar uma lata de cerveja do que uma mistura para o jantar. Esse meu ódio foi crescendo a cada dia que passava, eu perdi a noção do que é dormir ou de como era o silêncio, me tornei uma pessoa hostil e sempre ficava na defensiva para com todos, estava com medo o tempo todo e apenas queria ficar longe de casa, não queria voltar para lá e muito menos ver minha mãe ou ele, eu apenas voltava pela minha irmã, pois assim eu poderia defender ela, mas na verdade nem eu estava conseguindo me proteger direito, não sabia se eu iria suportar mais um dia daqueles, tudo parecia um pesadelo que não tinha fim, eu me sentia traída pois minha mãe havia mudado pra pior, não era mais a mesma mulher que eu admirava, eu me sentia sozinha e infeliz. Tudo foi apenas piorando e me tornei uma pessoa doente, fria, além de desconfiada e fechada. Não confiava em ninguém e nunca queria me socializar com ninguém.
Esse demônio tentou de tudo fazer minha vida um inferno e conseguiu, por causa dele quase perdi pessoas (incluindo meu namorando, que na época era meu melhor amigo e me ajudou MUITO nessa época), me fez ficar contra minha mãe e me deixou numa saia justa, pois eu era constantemente ameaçada por ele e por minha mãe a não contar para o meu pai o que acontecia em casa, estava farta dessa injustiça e estava começando a considerar a fazer uma loucura. Estava confusa e não sabia o que fazer, apenas queria paz e sair daquela situação.
Um ano de sofrimento e o pior aconteceu, minha irmã sofreu um acidente de carro ocasionado pelo José, ela quase morreu e só não morreu por muita sorte. Nunca vou me esquecer da imagem de ver minha irmã em prantos, sangrando e agonizando de dor (isso foi no centro da cidade, na esquina da minha escola. Quando fiquei sabendo pela boca de outros corri na hora pro local) quando cheguei em casa chorei de agonia (choro de berros) estava com medo, medo de perder minha irmã por culpa desse idiota... Tive que passar pelo difícil momento de contar ao meu pai sobre o acidente e estragar o dia de trabalho dele. Quando ele chegou ficamos esperando pela chegada da minha irmã, assim que ela chegou meu Pai a abraçou em choros (nunca tinha visto meu Pai chorar, foi a primeira vez e foi um choque) ele estava em pânico e não parava de chorar, a pobre da minha irmã estava lotada de curativos e pontos na cabeça, além de marcas e dores pelo corpo, me admira ela ter sobrevivendo daquilo. A única coisa que José e minha mãe falaram foram: "Foi só um arranhão." Como justificativa.
QUE RAIO DS MÃE É ESSA? Minha mãe não chorou, não demonstrou NENHUM sentimento. Isso estava ficando longe demais e eu tudo isso foi por culpa minha. Fiquei com raiva e meu pai também, foi uma briga intensa e nestes dias a família ficou muito dividida.
Não quero contar tudo, mas nestes dias houve muitas brigas e humilhações, sendo até caso de polícia e ameaça de morte, muitas coisas aconteceram após o acidente que apenas pioraram. Houve agressão da minha parte e do meu pai, uma briga generalizada...
Hoje em dia José está numa clínica de recuperação e minha mãe o visita em segredo. Ela continua falando bem dele e o defendendo com unhas e dentes. Ela mostra não se importar com os sentimentos da família e está sendo egoísta, do qual Aparentemente, possui atração pelo José (que está mais do que óbvio, menos para meu pai que ainda não percebeu)
Minha mãe se tornou uma pessoa muito hostil e agressiva, vive falando dele até hoje em qualquer momento em qualquer lugar. Nunca vi mulher gostar tanto de um homem tão rebaixado que vivia maltratando tudo e a todos, principalmente suas filhas. É Deus na terra e José no céu.
Isso é mais do que nunca o estopim das nossas brigas e atualmente não temos uma ligação agradável, não confio nela e sinto que fui traída e não reconhecida por isso. Meu pai pode ter os defeitos horríveis dele, mas ele defendeu sua cria quando foi necessário. Minha mãe por amor e fantasias permitiu que ele fizesse tão mal e deixasse uma ferida enorme em nós. Sou dura com minha mãe e não fico mais calada perante suas grosserias, ela não tem o direito de me exigir nada, já que ela está sendo muito hipócrita e desumana, ela continua não respeitando meu tempo e obriga minha irmã e eu a perdoar o José (a força, dá pra acreditar? Não ficaria surpresa se ela me colocasse uma arma na cabeça) ela tenta nos convencer do contrário o tempo todo, lógico que não caímos nessa (além do fato de sempre falar dele, pra qualquer pessoa, em qualquer lugar e qualquer hora. Não tendo mais assunto) eu e minha mãe perdemos a amizade, admito ter falta da minha antiga mãe, uma mulher que mesmo brava e impulsiva me amava e guardava meus segredos, além de sempre estar comigo pro o que der e vier.... Estou chorando enquanto escrevo este texto pois sinto que eu a perdi pra sempre.
Esse foi o resumo da minha situação (ainda tem MUITA coisa, só pra ter noção do quanto de B.O que eu e minha irmã enfrentou. Isso que eu escrevi aqui não é nem 5% do que passamos. Só não coloquei tudo para não ficar tão cansativo. )
Comentários: Estou confusa pois algumas pessoas opinaram sobre.
Alguns dizem que eu estava errada pois querendo ou não, ela é minha mãe, independente do que ela faça tenho que respeita-la, e que meu comportamento foi errado e infantil.
Outros dizem que eu estava apenas me defendendo de pessoas tóxicas. Que não merecia passar por isso em troca de alguns mimos para minha mãe. Dizendo igualmente que minha mãe NÃO teve atitudes de uma mãe, e que ela esta péssima em cumprir com seu papel maternal.
Minha opinião: Sobre tudo que eu passei não acho que seja egoísmo uma pessoa se preocupar em proteger a própria saúde emocional e psicológica. Na minha opinião, sendo família ou não, ninguém merece sofrer com pessoas tóxicas. Só por que é família não significa que estes possuem o direito de nos fazerem mal, de que se deve abaixar a cabeça e aceitar de bom grado o que é nos dito. Sei que cometi erros mas sou uma pessoa traumatizada e estava com medo e confusa, estava entre a cruz e a espada e continuo neste mesmo estado. Minhas reações são de uma pessoa desesperada por paz e tranquilidade. Eu só quero minha mãe de volta.
Conclusão:
Estou sendo babaca por ser tão dura com minha mãe e de possuir agora essa personalidade tão gélida?
Tomem liberdade para julgar...
Ou
Ou
Ou
INFO (Faltou informações.)
Desculpem tomar o seu tempo com o meu desabafo... Me sinto muito sozinha e não tenho com quem desabafar. Preciso de opiniões exteriores para tomar uma atitude positiva em relação a isso...
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2020.01.24 13:39 drdova Ainda gosto da minha ex

Olá pessoal, estou tentando já há algum tempo escrever esse post, finalmente chegou a hora certa... provavelmente vem textão, então pega uma água e senta aí, tentarei deixar o texto bem escrito para que a leitura fique agradável.
Tive uma história muito linda de relacionamento, namoramos por quase 7 anos e infelizmente terminamos em Maio do ano passado, eu quem terminei. Nós não chegamos a ficar brigados, mas nos machucamos muito. Hoje tenho 23 anos, ela tem 21. Deixamos de nos falar em agosto do ano passado. Cada um passou a viver sua vida, ficar com outras pessoas e etc.
Acontece que semana passada, mandei uma mensagem pra ela dizendo que ela tinha sumido, não tinha dado mais notícias e etc, ela visualizou e não respondeu. Bem.. achei que nesse momento ela não falaria mais comigo, até que no outro dia ela me liga. Ela diz que sumiu porque preferia assim, disse que não era bom estarmos nos falando, nem trocando mensagens, mas começou a perguntar de mim, se eu estava bem, por onde eu andava, o que fazia, até que me perguntou se eu ainda gostava dela e eu disse que a amava, ela respira fundo, eu de fato compreendi que ela gostou da notícia, que gostou de saber que eu ainda sinto algo por ela, perguntei se ela gostava de mim ainda, ela fez um monte de arrudeios e não respondeu minha pergunta, disse que precisava desligar o telefone e que não era pra eu falar mais com ela. Falei que tudo bem, mas que eu queria ver-la como amigo, que queria sentar um tempo, rir, conta histórias da minha vida e etc. Ela desligou.
Na sexta feira da semana passada, aparece uma notificação no meu snapchat que ela estava digitando algo para mandar pra mim, sendo que não recebi nenhuma mensagem. Na terça e na quarta feira dessa semana aconteceu a mesma coisa, ambos os dias aparece uma notificação de que ela estava escrevendo algo, mas nenhuma mensagem chegou. Então, ontem (quinta-feira) ela posta uma foto no snap (claramente para eu ver, porque ninguém usa mais snapchat e ela NUNCA posta algo lá, faz anos que ela n posta foto nesse AP) , eu respondi dizendo que ela estava muito linda, falei mais umas coisinhas nesse sentido e disse que precisava falar com ela novamente, então ela me ligou.
Nessa segunda ligação perguntei de cara se ela estava namorando, ela respondeu que não importa se está ou não, que não ia me responder nada nesse sentido. Conversamos 1h e 10 minutos no telefone. Falei o quanto amadureci durante esse tempo separados, que cresci como pessoa, como profissional, mas que há um lado em mim que gosta muito dela, falei que desde que nos separamos não tem um único dia que deixei de pensar nela, que nada do que fiz (indo à festa, outros relacionamentos) me preenchia, que eu de alguma forma estava bem ligado a ela ainda, mesmo há 8 meses separados. Ela me responde dizendo que entende, que infelizmente nos separamos, que as coisas não deveriam ter sido da forma que foi, que tínhamos tudo para dar certo, mas infelizmente as coisas aconteceram. Ela é bem religiosa, disse que Deus estava no comando de tudo, que orou diversas vezes entregando a vida dela a Deus e que a vontade dele sempre vai se realizar. Ela viu minhas fotos no instagram com uma amiga de outra cidade, perguntou se namorávamos, insistiu dizendo que a guria era minha namorada, mesmo eu dizendo que não, ficou fazendo uma certa birra. Ela perguntou muito sobre mim ainda, acredito que de fato ela sente algo por mim, foram 7 anos.
Vamos ao finalmente... Eu não posso namorar com ela agora por uma série de motivos que envolve o lado financeiro, pessoal, profissional e religioso. Creio que pra ela seria o mesmo desgaste. Ela entende isso, tenho certeza.
Eu falei para ela que em Outubro, que é quando eu vou ter sanado todos esses problemas, irei procurar-la, irei querer namorar com ela e que dessa vez não vou passar mais que 1 ano namorando, iria querer casar, até mesmo porque vou ter dinheiro para bancar tudo, se assim Deus permitir.
Ela não acreditou muito no que eu disse (eu acho), falou que daqui pra lá vou ter oficializado meu namoro com a guria da outra cidade, falou que vou ter outra pessoa na minha vida, que o sentimento por ela não seria mais o mesmo.
Avisei que ela receberia sim essa ligação, se atendesse que saiba que vai ser nesse sentido.
Perguntei novamente a ela se ela ainda gostava de mim, ela disse que precisava desligar, na mesma hora perguntei de novo... ela respondeu que precisava muito desligar. Ela me desejou boa noite, que eu me cuidasse e pediu para não nos falar mais.
Depois desse longo texto, o que fazer? Tocar minha vida daqui para outubro e ver no que dá? Vocês acham que com base no que relatei ela ainda deve gostar de mim? Você passaria 1h 10 min numa ligação com seu/sua ex, sabendo que ele gosta de você sem você gostar dele?
Alguém leu até aqui? Se sim obrigado.
DrDova
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2019.12.24 16:22 aPoor_ Minha namorada está com depressão, e não estou sabendo lidar com isso.

Vai fazer 8 meses q estamos namorando, e as coisas mudaram muito, no começo a gente se dava mto bem, sempre combinamos em tudo, eramos bastante amigos mas faz um tempo q ela esta diferente. Ela começou a ficar meio pra baixo, sentir um ciume absurdo, e chorar com mta facilidade, as vezes me trata como se eu fosse quebrar, com medo de tudo como se eu fosse a deixar a qualquer momento. Falo pra ela todos os dias q a amo e q n qro e nem vou deixar ela, e realmente n quero, mas parece q ela n aceita isso, ela acha insuficiente e tem e tem uma auto estima muito baixa e eu ja não sei mais como fazer ela ver oq eu vejo.
Esse final de semana ela teve uma briga feia com os pais dela, ela ja tem 24 mas os pais tratam como se ela tivesse 15, ela n pode sair sem pedir permissão e no domingo a gente ia sair e o pai dela simplesmente n quis deixar, oq deu uma discussão mto feia, desde então ela n sai do quarto, esta extremamente desanimada, cansada, e ja me disse varias vezes q n aguenta mais, q prefere morrer do q continuar passando por isso, e q eu sou o único motivo dela ainda n ter desistido da vida e tentado se matar.
Não sou uma pessoa com bom equilíbrio emocional, ja ajudei algumas pessoas q estavam em situações parecidas, mas nunca consegui resolver meus próprios problemas, e isso está começando a me afetar, me sinto culpado por td isso, pq antes da gente começar a namorar ela n era assim, e agr eu n estou sabendo lidar com isso, não sei como ajudar ela e não sei como me manter firme nessa situação, pq se eu sou o apoio dela e eu n aguentar, quem vai ajudar ela ?
Obrigado, por ler até aqui e aproveito para agradecer a cada um de vcs q participam, pois estão me ajudando muito indiretamente com dicas e post motivacionais.
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2019.12.17 11:50 Joovtoo Relacionamento

Bom, nem sei por onde começar, mas sinto que tenho que fazer isso de uma vez. Esse é o único lugar em que posso falar sobre minha vida abertamente sem ser tão julgado por meu pessoal, afinal, tenho um pouco de privacidade e anonimato. Estou namorando faz 7 meses, e tive os 6 maravilhosos e melhores meses da minha vida inteira com minha namorada, nunca estive tão feliz como antes, mas meio que de um mês pra cá a gente só anda brigando por motivo besta, a maioria das vezes. Tô escrevendo isso em questão a nossa última discussão. Ela falou que eu não ando demonstrando tanto amor como antes, isso não é uma reclamação de ontem, vem de faz um tempo, E EU JURO, JURO DE DEDINHO QUE NÃO SEI O QUE NÃO ESTOU FAZENDO AGORA QUE FAZIA ANTES, ainda sou carinhoso, busco ela no trabalho, se vemos quase todo dia, faço surpresas pra ela, mas não sei o que entrou na cabeça dela que eu apenas estou menos afetivo. Demonstrei ser alguém que não era, isso foram palavras dela. Ontem me veio a cabeça terminar tudo, porque estou ficando desgastado de tanta briga, mas como amo muito ela resolvi não tomar uma decisão precipitada só por uma discussão mais intensa. Queria saber o que fazer quanto a esses problemas e essa fase de discussões, não aguento mais isso e é a primeira vez em que nós, como casal, passamos esse sufoco. HELPPPPPPPPP o/
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2019.11.25 23:02 cantyouseeimtrying39 Tristeza súbita e paranoia

Acho que até os meus 15 anos de idade eu era um moleque normal - não completamente normal no sentido mais literal da palavra, mas eu tinha lá meus coleguinhas de escola, um melhor amigo, minhas músicas estranhas e meu videogame em casa. E falando em casa, desde pequeno nunca foi um ambiente muito agradável pra mim, por que mesmo hoje em dia eu não consigo me lembrar de um período de mais de 2 meses que ninguém aqui estava gritando um com outro e atirando coisas á parede por motivos bestas, sendo isso meu pai com minha mãe, meu pai com minhas irmãs, minhas irmãs com minha mãe, minha mãe comigo, etc, todo tipo de combinação provável. Mas eu costumava relevar isso, simplesmente não ligar, até certo ponto que isso começou a me afetar.
Como disse antes, eu era um cara normal até meus 15 anos, mas foi aí que aconteceu acho que dois pontos cruciais nessa história: eu fiquei de saco cheio de escola e comecei a ter meus primeiros relacionamentos mais aprofundados; amigas que viravam namoradas, amigos que viravam irmãos. O quesito do colégio só fez piorar a situação aqui em casa, por que eu nunca gostei de estudar, nunca gostei do ambiente e nunca gostei de ir, mas pelo menos eu fazia um esforço pra pelo menos passar direto, mas por volta lá do meu primeiro ano do EM eu joguei tudo pro alto, nunca fui o tipo de aluno que atrapalha a aula, mas por outro lado eu dormia basicamente todas as aulas, e começou a vir o resultado nas notas e ligações aqui em casa... O resultado todo mundo já sabe: gritaria e mais gritaria, ofensas, etc... Nesse período eu já arriscava meus primeiros namoricos e conheci meus melhores amigos (que alguns estão comigo ai até hoje), e nisso eu descobri uma coisa: Não sou a pessoa certa para criar laços.
Não gosto de culpar as coisas, mas acho que pelo fato de eu nunca ter tido muita atenção aqui em casa, ou carinho, ou o que for; eu nunca, repito, NUNCA, consegui confiar completamente em alguém, seja namoradas, amigos, parentes, o caralho, e isso sempre me prejudicou e ainda prejudica, por que infelizmente confiança é um pilar em qualquer tipo de relacionamento.
Além disso também nunca consegui acreditar na reciprocidade alheia, não consigo explicar com palavras, mas eu sinto que sempre estou sendo chato, um incômodo para os outros, acho que eu devo ser o único cara no planeta terra que tem vergonha de pedir pra encontrar com a própria namorada, de chamar um amigo pra conversar...
Ano passado creio ter sido o estopim de tudo isso; eu já estava ficando triste, já tinha minhas crises porém era algo muito mais controlado e reduzido. No fatídico final de 2018 aconteceu tudo de ruim, tudo mesmo, nada deu certo: Acabei perdendo um vestibular importantíssimo que reduziu em uns 75% minha chance de entrar na faculdade esse ano, meu pai foi demitido e consequentemente o clima aqui em casa ficou um completo lixo, não bastando isso brigas e mais brigas com minha mãe, um quase divórcio e minha irmã saindo as pressas de casa pela madrugada indo morar só deus sabe onde, eu tendo que ir em colégio até 3 dias antes do natal por que se não eu rodava por falta, meu grupo de amigos desmoronando e a mina que eu tava ficando terminar comigo pra uma semana depois aparecer com um cara 100x melhor que eu em todos os quesitos. Um fato é: Esse tipo de problema não começa de uma hora pra outra, mas ano passado creio ter sido decisivo; desde lá tem dias que eu simplesmente não consigo fazer nada além de ficar deitado me martirizando e ouvindo música, o que aliás foi o que eu fiz nos últimos 3 dias, e sem contar os cortes, a vontade de chorar do nada e sem motivo, pensar em suicídio quase toda santa semana, acordar achando problemas onde não tem e etc. E nem ainda falar de psicólogo ou psiquiatra, por que já tentei conversar com a minha família sobre isso e quando não respondem que é frescura, respondem pra ir para igreja que é falta de deus.
Já meu 2019 tem sido quase a mesma coisa de 2018, é até engraçado as vezes, as brigas aqui em casa nunca pararam, nunca me deixaram em paz, apesar de eu ter me esforçado um pouco na escola esse ano pra terminar de uma vez, devo me foder do mesmo jeito, ENEM provavelmente fui mal e não consigo ver um mundo onde eu entre na faculdade, minha amizade mais longa e valiosa parece estar caindo aos pedaços, estou namorando com uma mina inteligente, gatissíma mas que pelas circunstâncias isso não deve durar muito mais...
Acho que o único ponto positivo que eu consigo achar disso tudo é que música triste é bom demais.
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2019.11.09 06:15 vkonu Relacionamento estranho

Estou meio nervoso ao escrever pois um amigo meu usa essa comunidade então queria dizer algo a ele antes de falar sobre o assunto: Caso vc veja isso vai perceber q tem um furo na história e vai perceber de quem falo rapidamente kkkk, mas enfim, só n diga nada sobre isso dps.
Antes de falar sobre oq tem acontecido preciso falar sobre oq me levou a esse ponto por isso vai ficar um pouco grande isso.
Desde quando eu menor fui o excluído da sala ( quando digo menor quero dizer desde o 1 ano do fundamental ), nunca me importei com isso e não sentia falta de amigos ou de companhia para brincar, mas isso fez eu me tornar uma pessoa um tanto apática em relação ao mundo. Nessa época eu era oq pode-se chamar de "aluno exemplar " pois eu sempre ia bem em pro as é era muito comportado e por isso sempre que havia algum evento eu era convocado como participante da minha sala. Após cinco anos nessa escola meus pais tentaram me colocar em uma escola militar... eu n entrei pelo motivo de meu pai ser advogado e a escola acreditar q ele poderia pagar. Na época eu fiquei muito irritado com isso, pois eu havia passado com quase 100% de acerto, mas no final eu entrei em outra escola e passei apenas um ano lá. Nessa escola eu consegui passar um ano inteiro sem nenhum contato com nenhum tipo de amizade e acredito que isso tenha contribuído muito com minha apatia. Após esse um ano cheguei a escola onde estou atualmente. No início foi complicado me adaptar ao método de ensino e às pessoas da minha sala mas logo me via sozinho mais uma vez. Tudo bem é agora que as coisas complicam kkkk. Por algum motivo eu decidi tentar fazer algum amigo, mas foi mais difícil do que eu esperava. Na minha sala eu tinha contato apenas com uma pessoa, essa pessoa me apresentou um amigo dele e eu decidi tentar falar com esse sujeito. Esse sujeito, o qual vou chamar de Joaquim, era muito quieto e por isso pensei que não teria problemas em fazer amizade. Estava completamente enganado, Joaquim me odiava até metade do ano, só fui conseguir ter uma conversa saudável com ele quando o video game dele quebrou kkkk, enfim, Joaquim hoje é um dos meus únicos "amigos ". A partir desse ano comecei a ir ao psicólogo e tentei melhorar minha apatia, estava no ponto de a bola vir na minha direção e eu ficar sem reação nenhuma mesmo quando ela acertava meu rosto. Atualmente estou no primeiro médio. Nesse ano não houve nada muito especial, meu amigo estava em depressão profunda, comecei a acordar no meio da noite chorando sem nem saber o motivo, parei de ir ao psicólogo, perdi de vez uma das únicas pessoas a quem dava valor e agora q finalmente me sinto mais sensível eu não posso deixar com que nem meus pais nem meus "amigos " percebam que estou cada vez mais apático novamente. Mas o foco não é esse; no meio do terceiro bimestre entrou uma menina na minha sala, não vi nada muito especial no início mas hoje posso dizer q Joaquim não é meu único amigo por causa dela. A questão é que eu gosto muito dela, assim como de Joaquim, mas não como as pessoas pensam... aliás nos até entramos na brincadeira e ela disse q estamos "namorando" kkkkk. Acabei não citando esse ponto mas eu acho q sou sensível a barulho e tenho dores de cabeça muito fortes quando estou em ligares com muita gente( isso vai ser importante ). Na minha sala há apenas 15 alunos, porém sinto como se houvessem no mínimo uns 30 kkkk e por isso tenho dor de cabeça quase todos os dias, nos dias em que essa dor é mais acentuada eu faço com que esses dois se afastem para não ser rude com eles. Devido ao fato de Joaquim ter perdido muito tempo de aula eu decidi estudar para as provas, coisa que não estou acostumado a fazer pois sempre consegui ficar entre um 8 ou um 9, e não sei ao certo se vou conseguir ajuda-lo. Nesse último mês teremos um passeio de sala e eu decidi ir mas este é um dos grandes problemas, tenho que demonstrar que estou bem para meus amigos por quase 14 horas em um dia, já é um esforço não surtar em sala de aula kkkkk.
Agora que paro para ler oq escrevi espero que meu amigo não veja kkkkk espero que ninguém veja na vdd só precisava marcar esse marco de empatia de minha parte ao ponto de precisar de ajuda com as pessoas que eu conheço e que me arrependo de ter perdido...
(Caso vc tenha lido tudo isso e não tenha entendido nada, saiba que nem eu sei direito kkkkk a essa hora era pra eu estar dormindo fax tempo, estou impressionado que aguentei até depois das 22:00 kkkk)
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2019.07.09 02:50 lucius1309 SOBRE NÃO QUERER FAZER AMIGOS

Trilha sonora utilizada para a construção do texto:
https://www.youtube.com/watch?v=LWsa0y04btQ
POSSESSED - SEVEN CHURCHES (1985)

E o texto começa assim.
"Qual é o problema?" Mariana perguntou.
"Nada." eu respondi.
Mas havia um problema. Sempre há. O dia em que não houver problemas, não haverá vida. O ato de respirar é em si uma grande vitória.
Decidimos parar para assistir a final da Copa América em uma esfiharia. Meu desejo era de parar num bar, mas eu havia esquecido que não entro em bar nem pra pedir informação, quanto mais pra assistir futebol. Mariana tem sido boa comigo, estamos juntos há quase 4 meses oficialmente e há quase 6 não oficialmente, e ela é uma menina meiga e gentil quase 99% do tempo. Estar comigo num relacionamento qualquer que seja é um ato exaustivo, e não me admira que metade das pessoas que passaram pela minha vida se fuderam de uma forma ou outra. Acredito que o problema esteja em mim, e não nos outros.
Os nervos de Mariana ainda seguem bem. Ela leu tudo o que escrevi das outras, deve ser estranho pra ela ler sobre ela mesma. O escritor continua aqui, só está afastado da garrafa. Bate nas teclas mais devagar do que o normal, talvez por causa do frio ou porque realmente perdeu o jeito pra coisa. Não existe narrativa simples, porque quase tudo o que havia a dizer já foi dito.
Vivemos uma era sem novidades.
Minha vida é patética. Não que patético seja ruim, só é mediano. Sem emoções o bastante. O ser humano quando se condiciona a viver de maneira inconsequente, tarda a se acostumar a viver de forma simples. Eu tenho um histórico grande de merdas feitas na vida, e não culparei a garrafa, as drogas ou as tentativas de suicídio. Eu sempre fiz tudo errado porque gostei sempre de viver assim. Sem ordem cronológica, rotina, pudor e muito menos falta de atrevimento.
Prefiro não falar do passado. Aliás, eu gosto de falar só de algumas partes dele. No geral, escondo os 50% que não me apetecem lembrar.
Domingo fim de tarde, Copa América rolando, Brasil campeão engolindo o Peru, três a um fora o baile e a roubalheira a favor. Bolsonaro levantando troféu, Tite ignorando-o na hora da premiação, movimentos políticos de ambos os lados degladeando sem sentido nenhum. Brigam pelo prazer de brigar, não mais pelo viés ideológico.
Quanto a mim, comi esfiha o bastante e tomei quase um litro de coca-cola, esse líquido abençoado pelo capitalismo e que inclusive foi objeto de uma música pra definir a geração oitentista, por uma banda inteligente, mas que pecava pela recorrente falta de criatividade.
Mas hoje eu não quero falar de música.
Ou do passado.
Nesse mesmo domingo, mais cedo e antes do jogo, eu estava conversando com um colega.
"O fato, Henrique, é que eu mudei meu cabeleireiro, arrumei um que cobrou 12 pratas e fez uma puta cagada na minha cabeça." eu disse.
"E qual foi o motivo da mudança, Carlos? Ele parou de atender?"
"Ele começou a ficar muito próximo de mim. Quero dizer, as três primeiras vezes que fui lá, ele não sabia quem eu era, mas na quarta vez ele já tentou ficar meu amigo, começou a puxar muito assunto, e eu não queria conversar. Eu nunca quero. Pra eu dar cinco estrelas pra um Uber, é simples, é só ele não abrir a boca. E cabeleireiro é a mesma coisa."
"E qual é o problema de fazer amigos?" ele indagou.
"Não sei, acho que não é minha praia. Prefiro colegas."
"Então você não quer fazer amigos?"
"Não." respondi, rindo na sequência. Henrique riu também.
"É sério" prossegui "Eu sou fudido emocionalmente, esse é o tipo de coisa que minha psicóloga precisa ouvir. Parece absurdo não querer fazer amigos, mas proximidade demais me incomoda. Com qualquer pessoa que seja."
Henrique ficou um pouco embasbacado com aquela afirmação.
Voltando pro dia de hoje, segunda.
Brasil campeão, não entrei em botecos e eu e Mariana ainda estamos namorando.
Estou há um tempo bom longe da garrafa. Mas meu emocional é, e sempre será, eternamente fudido.
Acredito que qualquer pessoa que queira ter mais do que três amigos tem algum transtorno afetivo muito sério. Uma carência mais funda do que o mais fundo dos oceanos. Um vazio maior do que do buraco negro mais vazio. Eu honestamente não sei dizer se os buracos negros são vazios, mas foi a comparação que me veio à cabeça e vai se manter aí.
Que seja.
Quase tudo que eu tenho a falar ou a desabafar é dito através de textos. Não sinto a necessidade de que outro ser humano escute, muito menos que me aconselhe. Geralmente começo a ficar irritado com qualquer conversa que dure mais do que cinco minutos. Quero logo encerrar pra poder voltar pra minha solidão. Isso não se aplica com Mariana ou com Luís (que é meu melhor amigo. Talvez o único nesse momento.) O fato é que eu não enxergo em ninguém nada que possa ser construtivo pra mim, li todos os livros que queria ler, ouvi todas as pessoas que queria ouvir, estou aos poucos ouvindo todos os discos que quero ouvir e, mais recentemente, comecei a dar uma chance para os filmes e seriados. Nem tanto por eles, mais por mim. Estava morrendo de tédio. E tédio sempre pode me prejudicar.
Não consigo ficar parado por muito tempo, mas não preciso estar em movimento no meio de outras pessoas.
Lavo a garagem, cuido do carro, faço comida, jogo joguinhos de raciocínio lógico, tomo banho, limpo banheiros, dispenso roupas sujas na máquina, faço balanços financeiros para o trabalho, dou risada de memes e assim meus dias passam muito bem.
Não tenho dificuldade para me socializar. A questão é que eu realmente não quero. Eu realmente não me importo com 99% das pessoas, e muitas delas dizem me amar, eu digo que amo mas eu não sinto absolutamente nada (isso, novamente, não se aplica à Mariana ou Luís). Não quero que me digam o que fizeram ou deixaram de fazer, não quero saber de suas conquistas ou fracassos, pouco importa se alguém morreu ou deixou de morrer. Eu não ligo.
É muito egoísmo pensar dessa forma, e eu reconheço isso, mas como eu acabei de dizer: eu não ligo.
Eu só quero ficar no meu casulo, ganhar meu dinheiro, pagar minhas contas, viajar quando der, trocar peças do carro e comer comidinha bem feita. Todo o resto do mundo pode explodir que não fará diferença. Afinal de contas, nenhuma dessas pessoas é minha amiga. E eu não quero que sejam.
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2018.09.29 06:55 passarinhodeak A vida de um hipocondríaco

A vida não é fácil disso eu já sabia mas algumas coisas simplesmente poderiam não existir. Tenho 25 anos e tudo começou a uns 6 ou 7 anos atrás quando eu usei minha última carreira de cocaína, foi a última porque eu tive uma bad trip sinistra, parecia mesmo um início de overdose ou ataque cardíaco seila, senti metade do meu corpo adormecer e foi horrível, não fui para o médico, pois fui melhorando conforme foi passando o tempo, mas depois disso eu nunca mais usei cocaína.
Uns dois anos se passou e minha vida estava ótima, trabalho ótimo, namorando uma linda menina a mais de um ano, vida social ok, o único problema era que eu estava um pouco acima do peso, eu comia realmente de mais, e bebia de mais também; Um certo dia eu cheguei em casa depois de tomar umas cervejas e fiz um belo prato do melhor rango da vovó, quando de repente eu sinto uma dor muito forte subindo pelo centro do meu peito, na hora eu congelei, pedi ajuda da minha mãe que me levou para o pronto Socorro, mas chegando lá eu não tinha absolutamente nada, tomei um diazepan e capotei.
No começo do ano seguinte eu perdi o emprego, e isso me fez beber muito mais, e depois do ocorrido, eu absolutamente toda hora ficava apreensivo, achando que eu tinha alguma doença cardíaca, quando me dei conta eu tinha horríveis crises de ansiedade e ataques de pânico, sem explicação aparente, no começo dos ataques, eu sentia que algo muito ruim ia acontecer comigo, que eu ia morrer instantâneamente, minha namorada não ficou do meu lado no começo, achando que eu estava inventando pra escapar de algumas situações, minha família simplesmente achavam que era frescura, tive que baralhar de mais para ser levado a sério.
Fiz alguns exames no coração e aparentemente nada de errado, mas a minha hipocondria só aumentava, qualquer coisa que eu sentia, uma dor no pé por exemplo, já achava que era gota e ficava desesperado, não relaxava, o pensamento era exaustivo, não me deixava em paz, pra ajudar não aceitava os diagnósticos dos exames e vivia achando que ia ter um treco, comecei a verificar minha pulsação a cada minuto, chegava a machucar meu pescoço de tanto fazer isso.
Passei a perceber minha pulsação no corpo inteiro e isso acaba comigo, se ela acelerava eu congelava se ela ficasse lenta eu congelava, tenho uma veia no beiço que insiste em pulsar e é visível se prestar atenção, e essas coisas me perseguiram em pensamento, eu já não era que nem antes tudo isso me abalava, me deixava desmotivado, triste, sem esperança.
Recentemente não melhorou nem piorou, em tempos secos meus ataques voltam porque eu acho que não estou respirando direito, sinto alguma dor do lado esquerdo eu já perco o sono achando que algo de ruim vai acontecer, tenho medo de ficar doente, já tive várias paranóias sobre eu possivelmente ter algum câncer ou uma veia obstrutiva... Fui diagnosticado com gastrite leve, perdi 25kg porque não comia nada por causa das cores do refluxo que traziam dores no peito e consequentemente me fazia ter crises de pânico.
Eu realmente não sei como ainda eu suporto tudo isso, faz tempo que isso tirou minha auto estima, eu era uma pessoa comunicativa e extrovertida, hoje eu sou uma pessoa medíocre, com medo de tudo, passei a ter medo de frequentar lugares, e essas coisas acabaram com meu relacionamento... Desculpem o textao, tentei resumir o máximo, basicamente é isso, a vida de um hipocondríaco não é fácil.
Não vou revisar o texto, digitei pelo celular se ouver algum erro me perdoem.
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2017.12.10 20:13 kaedh1998 Não consegui terminar o serviço, preciso de ajuda.

Então Homens e Mulheres do reddit, sou virgem e estou namorando uma garota que descobri ontem também ser virgem, em um momento único de coragem chamei a mesma para ir comigo a um motel, deu tudo certo fomos lá, porem o meu problema é esse: no momento de introduzir pênis em sua vagina, não entrava de jeito nenhum. agora nao paro de pensar nisto, percebi que ela entendeu e disse que tentaríamos de novo em outra ocasião mas Gostaria de saber se isso é normal, eu sou um bosta ou se o nervosismo da garota foi o responsavel por isso.
Obs. Não sei colocar flair, se tiver como alguém por pra mim ficaria bastante grato.
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